Platão e o pensamento grego
| Data(s) |
01/12/1982
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| Resumo |
O Pensamento de Platão tem o encanto das estátuas de Dédalo: esvai-se pelos meandros do discurso, tão logo se pretenda travar com ele uma relação de domínio. A sua correta interpretação exige que se assuma a Polis como o lugar natural no qual emerge, como a limitação que ele se propõe superar remontando à Fysis e ao Ser. Fazê-lo importa em captar o movimento que lhe é próprio, partindo da questão sobre o ente e visualizando a resposta como o enunciado de sua essência, isto é, do eidos, e de seu fundamento, isto é, do Bem como nome próprio do Ser. Determinando o ente em sua essência, o eidos é a medida de toda a adequação, da episteme à Polis. |
| Formato |
text/html |
| Identificador |
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31731982000100002 |
| Idioma(s) |
pt |
| Publicador |
Universidade Estadual Paulista, Departamento de Filosofia |
| Fonte |
Trans/Form/Ação v.5 1982 |
| Palavras-Chave | #Platão #Aristóteles #Pré-Socráticos #Homero #Hesíodo #ser #ente #eidos #forma #episteme #ciência #logos #mythos #mitologia #teologia #idealismo #racionalismo #polis #política #fysis #natureza #metafísica #física |
| Tipo |
journal article |