Platão e o pensamento grego


Autoria(s): Souza Netto,Francisco Benjamin de
Data(s)

01/12/1982

Resumo

O Pensamento de Platão tem o encanto das estátuas de Dédalo: esvai-se pelos meandros do discurso, tão logo se pretenda travar com ele uma relação de domínio. A sua correta interpretação exige que se assuma a Polis como o lugar natural no qual emerge, como a limitação que ele se propõe superar remontando à Fysis e ao Ser. Fazê-lo importa em captar o movimento que lhe é próprio, partindo da questão sobre o ente e visualizando a resposta como o enunciado de sua essência, isto é, do eidos, e de seu fundamento, isto é, do Bem como nome próprio do Ser. Determinando o ente em sua essência, o eidos é a medida de toda a adequação, da episteme à Polis.

Formato

text/html

Identificador

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31731982000100002

Idioma(s)

pt

Publicador

Universidade Estadual Paulista, Departamento de Filosofia

Fonte

Trans/Form/Ação v.5 1982

Palavras-Chave #Platão #Aristóteles #Pré-Socráticos #Homero #Hesíodo #ser #ente #eidos #forma #episteme #ciência #logos #mythos #mitologia #teologia #idealismo #racionalismo #polis #política #fysis #natureza #metafísica #física
Tipo

journal article