Citocinas e quimiocinas no transplante renal


Autoria(s): Pereira,André Barreto; Rezende,Nilton Alves de; Teixeira Junior,Antônio Lúcio; Teixeira,Mauro Martins; Simões e Silva,Ana Cristina
Data(s)

01/12/2009

Resumo

O transplante renal é a melhor modalidade de terapia renal substutiva até o momento. Infelizmente, a sobrevida do enxerto é interrompida pelos episódios de rejeição aguda ou mesmo de fibrose intersticial/atrofia tubular. A dosagem de quimiocinas e citocinas urinárias como ferramenta alternativa para o diagnóstico dessas complicações tem sido relatada nos últimos anos. Estas substâncias estão sabidamente relacionadas com os mecanismos imunoinflamatórios do transplante renal, podendo ser detectadas no tecido renal, no plasma e na urina de pacientes transplantados. Drogas anti-inflamatórias, inibidores do sistema renina angiotensina e alguns antagonistas de receptores de citocinas, ainda utilizados em nível experimental, podem interferir com a expressão desses mediadores do sistema imune e, por conseguinte, alterar a evolução do transplante renal. Neste sentido, pretende-se neste artigo fazer uma revisão dos estudos sobre a mensuração de citocinas/quimiocinas e dos seus receptores na urina, no plasma e no tecido renal de pacientes transplantados, no intuito de avaliar uma possível associação entre os níveis desses mediadores e as complicações do transplante renal e sobrevida do enxerto.

Formato

text/html

Identificador

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-28002009000400007

Idioma(s)

pt

Publicador

Sociedade Brasileira de Nefrologia

Fonte

Jornal Brasileiro de Nefrologia v.31 n.4 2009

Palavras-Chave #citocinas #quimiocinas #rejeição aguda #IF/TA #função renal
Tipo

journal article