Tratamento do trabalho de parto prematuro
| Data(s) |
01/08/2009
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|---|---|
| Resumo |
O objetivo principal para o uso de uterolíticos no trabalho de parto prematuro é prolongar suficientemente a gestação para a administração materna de glicocorticoides e/ou realizar a transferência materna para um centro hospitalar terciário. As decisões sobre o uso e a escolha de uterolítico requerem o diagnóstico correto do trabalho de parto prematuro, o conhecimento da idade gestacional, das condições médicas materno-fetais, da eficácia, dos efeitos colaterais e do custo do medicamento. Todos os uterolíticos possuem efeitos colaterais e alguns deles são potencialmente letais. Os estudos sugerem que os agonistas de receptores beta-adrenérgicos, os bloqueadores de cálcio e os antagonistas de receptor de ocitocina são eficazes para prolongar a gestação por pelo menos 48 horas. Dos três agentes, o atosiban (antagonista de receptor de ocitocina) possui maior segurança, embora o custo seja elevado. O sulfato de magnésio não é eficaz para prolongar a gestação e apresenta efeitos colaterais importantes. Os inibidores da ciclooxigenase também apresentam efeitos colaterais significativos. Até o momento, não há evidências suficientes para se recomendar o uso de doadores de óxido nítrico para inibir o trabalho de parto prematuro. Não existem fundamentos para o emprego de antibióticos para evitar a prematuridade diante do trabalho de parto prematuro. |
| Formato |
text/html |
| Identificador |
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032009000800008 |
| Idioma(s) |
pt |
| Publicador |
Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia |
| Fonte |
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia v.31 n.8 2009 |
| Palavras-Chave | #Tocólise #Tocolíticos/uso terapêutico #Trabalho de parto prematuro/prevenção & controle #Trabalho de parto prematuro/quimioterapia #Contração uterina/efeito de drogas #Corticosteróides/administração & dosagem |
| Tipo |
journal article |