Tratamentos pré-germinativos em sementes de Samanea tubulosa Bentham - (Leguminoseae- Mimosoideae)


Autoria(s): Oliveira,Lucicléia Mendes de; Bruno,Riselane de Lucena Alcântara; Alves,Edna Ursulino; Sousa,Danielle Marie Macedo; Andrade,Albericio Pereira de
Data(s)

01/06/2012

Resumo

Samanea tubulosa (Bentham) é uma árvore de grande porte, com fruto de sabor adocicado - o que a privilegia como potencial apícola - contendo de 5 a 31 sementes, que apresentam dormência devido à impermeabilidade do tegumento. Dessa forma, objetivando selecionar métodos que proporcionem a superação dessa dormência, esta pesquisa foi realizada em laboratório e em ambiente telado, sem controle das condições ambientais, do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal da Paraíba. Os tratamentos utilizados foram: T1: controle; T2: desponte; T3, T4 e T5: imersão em ácido sulfúrico concentrado durante 5, 10 e 15 min, respectivamente; e T6, T7, T8: imersão em água quente por 1 min, nas temperaturas de 60, 70 e 80 ºC, respectivamente. Os parâmetros avaliados foram porcentagem de emergência, índice de velocidade de emergência (IVE) e comprimento e massa seca de plântulas. Com base nos resultados, os tratamentos que se destacaram na superação da dormência das sementes de Samanea tubulosa (Bentham) foram a escarificação ácida (ácido sulfúrico concentrado durante 5, 10 e 15 min) e o desponte, os quais foram responsáveis pelos melhores resultados de qualidade fisiológica das plântulas. Contudo, na prática, recomenda-se a utilização da escarificação com ácido sulfúrico concentrado durante 5 min ou, mesmo, do desponte.

Formato

text/html

Identificador

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-67622012000300005

Idioma(s)

pt

Publicador

Sociedade de Investigações Florestais

Fonte

Revista Árvore v.36 n.3 2012

Palavras-Chave #Bordão-de-velho #Dormência #Emergência #Impermeabilidade
Tipo

journal article