A potência da ação. Uma crítica ao naturalismo da violência
| Data(s) |
01/06/2014
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| Resumo |
A tendência de algumas visões naturalistas de deduzir o sentido da ação humana da sua natureza biológica conduz a naturalizar a violência como fenômeno político inexorável. A violência naturalizada leva a sociedade para a dinâmica da inexorável violência, cuja única solução é a legitimação de uma violência total. Propomos, neste ensaio, a desconstrução crítica dos determinismos naturalistas por meio da análise da ação humana e da especificidade de sua potência que se manifesta como potência criadora (Cornelius Castoriadis) e potência do não (Giorgio Agamben). A potência da ação humana transcende os determinismos da sua natureza biológica, embora por eles esteja condicionada. |
| Formato |
text/html |
| Identificador |
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100003 |
| Idioma(s) |
pt |
| Publicador |
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG |
| Fonte |
Kriterion: Revista de Filosofia v.55 n.129 2014 |
| Palavras-Chave | #Violência #determinismo naturalista #potência da ação #potência criadora #potência do não |
| Tipo |
journal article |