O experimento Bayle: forma filosófica, ceticismo, crença e configuração do mundo humano
| Data(s) |
01/12/2009
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| Resumo |
O artigo tem por objetivo principal definir o que designa como o Experimento Bayle. Bayle praticou uma forma narrativa aberta, construída como diálogo do autor com seus personagens, e marcada pela recusa de um espírito geométrico. Tal recusa formal da geometrização, por seu lado, é fundamental para o desenvolvimento, em Bayle, de uma percepção da história e da política como domínios constituídos por uma miríade incontável de ações humanas fundadas sobre paixões e crenças. O artigo tenta buscar alguns traços dessa percepção entre os textos dedicados por Bayle a Maquiavel, Bodin e Hobbes, no seu Dicionário, assim como nas críticas dirigidas por Montesquieu a Bayle, a propósito do ateísmo e da desvalorização moral do cristianismo. |
| Formato |
text/html |
| Identificador |
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2009000200013 |
| Idioma(s) |
pt |
| Publicador |
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG |
| Fonte |
Kriterion: Revista de Filosofia v.50 n.120 2009 |
| Palavras-Chave | #forma filosófica #ceticismo #crença |
| Tipo |
journal article |