Origin of oil in the Wilmington field in California
| Data(s) |
01/12/1950
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| Resumo |
No presente trabalho, o autor trata da formação de campo petrolífero que se teria formado às expensas de organismos planctónicos, misturados com areia das dunas, material esse que teria sido transportado pelo vento. Refere-se, assim, o autor, ao campo petrolífero de "Wilmington", situado na Ilha Terminal, ao sul de Los Angeles, California. Esse campo, que já fora descrito, em 1943, por GILLULY & GRANT, faz parte do Mioceno e do Plioceno inferior, achando-se separado dos schistos Jurássicos metamórficos, por uma discordância localizada a 6.000 pés de profundidade. O conjunto das camadas petrolíferas alcança espessura de 1 .500 pés, sendo cada uma delas separada das outras por estratos do "siltstone" (siltito). O tamanho dos grãos, nos dois tipos de rochas, é o de depósitos eólicos, mas, ao contrário do que acontece em depósitos sub-aéreos, esses grãos são angulosos ou sub-angulosos. De acordo com MCNAUGHTON , esses depósitos se teriam formado em profundidade crescente, de 200 a 5.000 pés; esse fato, relacionado com as dimensões dos grãos, leva a crer que o material tenha sido transportado pelo vento. A sedimentação deu-se longe da costa, de maneira muito lenta, provavelmente em consequência de tempestades de excepcional intensidade. O petróleo teria sido produzido por organismos planctónicos que se teriam misturado com areia das dunas, sendo a velocidade da sedimentação desta, muito menor. Os cálculos indicam que foram armazenados somente 23% dos hidrocarbonetos que caíram sobre a areia de sedimentação, sob a forma de organismos mortos. M. V. |
| Formato |
text/html |
| Identificador |
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-42391950000200003 |
| Idioma(s) |
en |
| Publicador |
Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo |
| Fonte |
Boletim do Instituto Paulista de Oceanografia v.1 n.2 1950 |
| Tipo |
journal article |