PREFACIO
| Data(s) |
1995
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| Resumo |
Resumindo, podemos dizer que, “as palavras hão-de entender-se na sua conexão, isto é, o pensamento da lei deve inferir-se do complexo das palavras usadas e não de fragmentos destacados, deixando-se no escuro uma parte da disposição. Deve-se partir do conceito de que todas as palavras têm no discurso uma função e um sentido próprio, de que neste não há nada de supérfluo ou contraditório, e por isso o sentido literal há-de surgir da compreensão harmónica de todo o contexto Livraria Almedina, Coimbra |
| Formato |
application/pdf |
| Identificador | |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Coimbra Editora, 2005, pág. 416 SS. |
| Relação |
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| Direitos |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| Tipo |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |