O uso das pastilhas de paraformaldeído por instituições de saúde do Brasil: parte II
| Data(s) |
01/09/2002
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| Resumo |
A parte Ido trabalho mostrou que as pastilhas de Paraformaldeído, em condições ambientais, são utilizadas de uma forma muitas vezes inadequada quanto à sua indicação, pela maioria das instituições pesquisadas. Este artigo traz detalhes das formas de utilização das pastilhas de paraformaldeído destacando-se, dentre os problemas, a falta de adesão a uma base teórica que fundamente o processo e a ausência da sua validação, o que compromete a segurança da esterilização. As condições de "esterilização" da maioria das Instituições não incluem temperatura, acréscimo da umidade relativa e não fazem a quantificação adequada das pastilhas, assim como não possuem parâmetros fundamentados que orientem a reutilização de um mesmo grupo de pastilhas de Paraformaldeído nos processos. O uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) é bastante valorizado no manuseio deste agente químico. |
| Formato |
text/html |
| Identificador |
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0080-62342002000300007 |
| Idioma(s) |
pt |
| Publicador |
Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem |
| Fonte |
Revista da Escola de Enfermagem da USP v.36 n.3 2002 |
| Palavras-Chave | #Pastilhas de paraformaldeído #Esterilização química #Desinfecção #Central de Material e Esterilização |
| Tipo |
journal article |