Estenose aórtica grave em pacientes assintomáticos: o dilema do tratamento clínico versus cirúrgico
| Data(s) |
01/10/2010
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| Resumo |
A estenose valvar aórtica é cada vez mais prevalente concordante com o envelhecimento populacional. Por conseguinte, torna-se mais comum o atendimento de pacientes assintomáticos com estenose aórtica grave. Embora os pacientes com estenose aórtica grave sem sintomas façam parte de um mesmo grupo, são heterogêneos sob o ponto de vista clínico, laboratorial e ecocardiográfico. A abordagem desses pacientes traz à tona o dilema do tratamento clínico versus cirúrgico: submeter o paciente aos riscos da cirurgia ou mantê-lo em observação clínica sob o perigo do dano miocárdio irreversível ou mesmo da morte súbita? Sob esta perspectiva, baseando-se na literatura atual, este artigo fornece ferramentas que auxiliam na estratificação dos pacientes. A área valvar, grau de calcificação, velocidade de fluxo transvalvar aórtico, hipertrofia ventricular esquerda e teste de esforço alterado são os fatores que colocam os portadores de estenose aórtica grave assintomáticos em um grupo denominado de muito alto risco, em que a estratégia cirúrgica passa a ser considerada. |
| Formato |
text/html |
| Identificador |
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066-782X2010001400019 |
| Idioma(s) |
pt |
| Publicador |
Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC |
| Fonte |
Arquivos Brasileiros de Cardiologia v.95 n.4 2010 |
| Palavras-Chave | #Estenose da valva aórtica #disfunção ventricular esquerda/cirurgia #implante de prótese de valva #observação clínica |
| Tipo |
journal article |