Flexibilidade, proteção do emprego e contratos de trabalho
| Data(s) |
2015
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| Resumo |
O debate sobre o grau de flexibilidade/rigidez do mercado de trabalho é um tema recorrente quer para economistas quer para os agentes políticos, tendo assumido particular relevância a partir da crise petrolífera dos anos 70. A manutenção de elevados níveis de desemprego nos anos 70 e 80 colocaram em questão os regimes de proteção do emprego e da regulação das relações laborais até então praticados, considerados agora como excessivamente penalizadores dos despedimentos e dotados de uma rigidez excessiva, quer no domínio da fixação dos salários, quer no que diz respeito à organização do trabalho no interior da empresa. A solução encontrada para flexibilizar o mercado de trabalho adotada em muitos países, nomeadamente os do sul da Europa, e assim facilitar a criação de emprego, foi a de introduzir novas formas contratuais, nomeadamente contratos temporários, não alterando de forma substancial os direitos anteriormente adquiridos. FCT - Fundação para a Ciência e Tecnologia (COMPETE2020; PORTUGAL2020; FEDER) |
| Identificador |
1646-9909 |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Associação Portuguesa de Economistas |
| Direitos |
info:eu-repo/semantics/restrictedAccess |
| Tipo |
info:eu-repo/semantics/article |