A igreja do colégio de Santo Antão‑o‑Novo. Estudo de um paradigma desaparecido
| Data(s) |
08/03/2016
08/03/2016
2012
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| Resumo |
O colégio jesuíta de S.to Antão‑o‑Novo foi um dos maiores empreendimentos arquitectónicos da centúria de Seiscentos, tendo o seu risco conhecido várias alterações no período filipino, no sentido de um classicismo monumental italianizante, próximo do modelo de S. Vicente de Fora. Com o patrocínio de D. Filipa de Sá, a igreja foi erguida entre 1612 e 1658, embora partes do exterior ficassem por terminar até ao século XVIII. Este artigo procura atestar a autoria projectual de Baltazar Álvares e esclarecer a direcção da obra que ficou a cargo de um dos seus discípulos, Diogo Marques Lucas. As questões associadas ao estatuto profissional dos arquitectos, a par do domínio das regras clássicas da arquitectura do tempo, são aspectos que transparecem da documentação inédita encontrada sobre a fase final da construção da igreja no século XVII, quando os contactos informados com centros artísticos externos eram já menos frequentes. Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), Fundação Millennium bcp, Imprensa Nacional-Casa da Moeda |
| Identificador |
Branco, Ricardo Lucas, "A igreja do colégio de Santo Antão‑o‑Novo. Estudo de um paradigma desaparecido", in Revista de História da Arte, n.º 9 (2012), pp. 17-37 1646-1762 |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL |
| Direitos |
openAccess |
| Palavras-Chave | #Colégio jesuíta de Santo Antão‑o‑Novo #Baltazar Álvares #Diogo Marques Lucas #Estatuto do Arquitecto #Classicismo #Arquitectura |
| Tipo |
article |