O poder da imagem: encantos, ambiguidades e valorizações
| Data(s) |
04/03/2016
04/03/2016
2009
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| Resumo |
O estatuto da imagem na cultura ocidental não é uniforme em todos os tempos: é útil regressar a interpretações antigas, revê-las em novas aquisições de significação, integrá-las no seu contexto (que os textos revelam ou escondem), não ceder perante a relutância de algumas em se dar a conhecer, reconhecer as variantes que se formam num percurso largo e diferenciado. A tradição da imagem na cultura ocidental, ao menos em momentos mais marcantes, soube valorizá-la como recurso didáctico e pedagógico, em tensão que potencia leituras e dando-lhe dimensão de significado. A mecanização moderna põe em risco o valor da imagem como expressão humana. À exploração de efeitos secundários que insinuam e nada dizem, que projectam fantasmas e negam, na prática, a sua capacidade de representar o “Invisível” como dimensão real do Homem e como relação com o Transcendente (pessoal ou utópico) há que opor atitude diferente. Novidades de literatura que abre sobre os efeitos icónicos do texto desafiam hoje a redescobrir as potencialidades da imagem e as suas funções, reabrindo a sua relação com o texto e levando a uma nova valorização da leitura – contra um intelectualismo abstracto. Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), Fundação Millennium bcp, Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas/MC, Instituto de Estudos Medievais – FCSH/UNL |
| Identificador |
Nascimento, Aires A., "O poder da imagem: encantos, ambiguidades e valorizações", in Revista de História da Arte, n.º7 (2009), pp. 17-41 1646-1762 |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL |
| Direitos |
openAccess http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ |
| Palavras-Chave | #Imagem #Impregnação de sentido #Relação entre imagem e texto #Cultural ocidental #Invisível |
| Tipo |
article |