O Retrato de Dom Sebastião: Costa Pinheiro ou a ‘desmitificação’ da retratística histórica oficial
| Data(s) |
27/07/2014
27/07/2014
2008
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| Resumo |
Revista do IHA, N.5 (2008), pp.188-207 Na série dos Reis, Costa Pinheiro desvirtua uma amálgama de signos provenientes da estatuária, da heráldica e da iconografia das cartas de jogar, em função de um jogo poético que confunde ironicamente lenda, memória e história no mesmo horizonte de representação. Desígnio que antecipa a verve “anti-zarco” de João Cutileiro, ao exortar uma desmitificação dos estereótipos naturalizados pelos esquemas iconológicos que a estatuária oficial estadonovista veicula. Como alternativa à dissolução do género, corrompido na sua “lei” (efeito da arbitrariedade radical que liberta o significante neo-figurativo do lastro do sujeito/referente que o consubstanciava), supõe-se uma ideia de retrato expansivo e permeável, que se firma em permanente extravasamento. Estatuto que não o nega, antes o desloca ante as suas estipulações históricas mais ortodoxas. Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT); Direcção-Geral do Livros e das Bibliotecas (DGLB) |
| Identificador |
1646-1762 |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL |
| Direitos |
openAccess |
| Palavras-Chave | #Costa Pinheiro #D. Sebastião #Retrato #Neo-figuração #Pintura #Anos 60 do século XX |
| Tipo |
article |