Decoração vegetalista nos mosaicos portugueses
Data(s) |
07/07/2014
07/07/2014
01/10/2005
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Resumo |
A decoracao vegetalista nos mosaicos romanos revela-se, tambem no território português, como profundamente significante no dinamismo dos opera tessellata, seja nos contextos urbanos, seja nos contextos rurais. A vivencia dos quotidianos em estreita interacção com a natureza, a percepção do inexorável correr dos dias na sucessão das estacoes do ano (tempus fugit) e a constatar das transformações cósmicas, consigo arrastando a de vir humano, levam tradicionalmente, desde as tempos gregos e helenísticos, a produção de iconografias em que se destacam as referencias ao mundo vegetal, associadas a complexificacão de mentalidades num fundo mítico-ideológico, no qual imperam crenças dionisíacas e se geram comportamentos que encontram a sua origem nas antiquíssimas comemorações do solstício de Inverno. Estas não são mais do que o esconjuro da ameaça ou do receio de uma não renovação cósmica face à esperança de um contínuo rejuvenescimento do Homem no seio da Natureza e para além dela. A representação das razes, do s troncos, das folhas, das flores e dos frutos nos mosaicos romanos e, por isso, importante também pela transmissão de formas e de conteúdos aos tempos paleocristãos e medievais. |
Identificador |
Wrench, Lícinia Nunes Correia, Decoração vegetalista nos mosaicos portugueses. Lisboa: Ed. Colibri/Instituto de História da Arte,FCSH-UNL, 2005 (Colecção Estudos: 1) 9789727725816 |
Idioma(s) |
por |
Publicador |
Edições Colibri / Instituto de História da Arte Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL |
Direitos |
openAccess |
Palavras-Chave | #Decoração vegetalista #Mosaicos romanos #Portugal |
Tipo |
book |