DA MIMESIS AO AMOR. O PODER DA MEDIAÇÃO TEXTUAL EM JEAN RENART
| Data(s) |
26/06/2014
26/06/2014
01/09/2011
|
|---|---|
| Resumo |
Entre o maravilhoso do romance arturiano como dispositivo cultural em que os signos surgem como significantes que interpelam tanto o cavaleiro errante como o leitor, e o realismo como dispositivo retórico que faz da mimesis uma armadilha hermenêutica dominada pelo simulacro e o «trompe l’oeil», as obras de Jean Renart assumem um papel, cultural e poeticamente, mediador, convidando-nos a ir ao encontro dessa metáfora viva ricoeuriana que, nos limiares entre dois sistemas de representação contíguos embora parcialmente sobrepostos, reconfigura a linguagem, o sentido e o mundo (um sentido para o mundo) ao mesmo tempo que mantém em aberto os signos como significantes mediadores e permeáveis de um desejo de conhecimento (do outro, da letra, etc.) nunca satisfeito por natureza. |
| Identificador | |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
CEIL, FCSH-UNL |
| Relação |
CC_01-06; http://ceil.fcsh.unl.pt/cadernos/PDF/6_carlos_carreto1.pdf |
| Direitos |
openAccess |
| Tipo |
article |