Caracterização espectroscópica de acetona como marcador em pacientes diabéticos
| Contribuinte(s) |
Limão-Vieira, Paulo |
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| Data(s) |
23/01/2014
23/01/2014
2013
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| Resumo |
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia Biomédica Neste trabalho identificou-se e caracterizou-se, espectroscopicamente a acetona como constituinte e marcador específico do ar exalado por pacientes diabéticos. Identificaram-se, outras técnicas de caracterização e detecção de compostos exalados, bem como a sua correspondência com outro tipo de patologias. Estabeleceram-se algumas limitações entre as técnicas disponíveis no mercado. A existência de testes de respiração como uma forma de diagnosticar doenças está presente desde o início da história da medicina. Há aproximadamente 3000 compostos orgânicos voláteis (VOCs) que foram detectados, pelo menos, uma vez na respiração humana, e a maioria das amostras de respiração normalmente contêm mais de 200 VOCs. Muitos destes compostos foram identificados sendo que o ar exalado pode conter vestígios de compostos orgânicos voláteis, como metanol, acetona ou isopreno e mesmo pequenas moléculas inorgânicas como o óxido nítrico, o monóxido de carbono ou de sulfureto de carbonilo. Como as pessoas diabéticas não-tratadas produzem grande quantidade de acetoacetato, o seu sangue contém quantidades significativas de acetona. A acetona é volátil e confere um odor característico ao ar exalado, o que, às vezes, é útil no diagnóstico da severidade da doença. Neste trabalho apresenta-se a espectroscopia de ultra violeta do vácuo (UVV) por radiação sincrotrão numa gama de energia (3,0 – 10,8 eV), para determinação de limites de detecção de acetona para ser utilizada em técnicas de monitorização de pacientes com patologia diabética. |
| Identificador | |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Faculdade de Ciências e Tecnologia |
| Direitos |
openAccess |
| Palavras-Chave | #Acetona #Compostos orgânicos voláteis (VOCs) #Diabetes |
| Tipo |
masterThesis |