Distribuição de macroalgas nativas e exóticas no substrato duro subtidal do porto de Sines
| Contribuinte(s) |
Santos, Rui |
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| Data(s) |
17/05/2013
17/05/2013
2013
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| Resumo |
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Ecologia, gestão e modelação de recursos marinhos Tendo em conta o potencial impacte de espécies introduzidas em ambientes marinhos, observações de algas exóticas realizadas em estudos anteriores sobre o substrato duro subtidal do Porto de Sines e o facto de este porto ter um intenso tráfego marítimo que inclui navios e outras embarcações provenientes de diversas regiões longínquas, foi estudada a abundância e distribuição de macroalgas exóticas em substratos duros subtidais do porto de Sines, dando especial atenção à macroalga exótica Asparagopsis taxiformis e incluindo o estudo da distribuição de macroalgas nativas. A amostragem deste estudo foi realizada em mergulho com escafandro autónomo e decorreu no Verão de 2004. Com o objectivo de estudar a abundância e a distribuição espacial de A. taxiformis, foi feita uma procura exaustiva desta espécie a uma profundidade de 3 a 10 m em 9 áreas dentro do porto de Sines. Esta espécie foi encontrada com maior abundância no porto de recreio, onde foi estimada quantitativamente a sua percentagem de cobertura, sem recurso a amostragem destrutiva. Com vista ao estudo da distribuição espacial de algas exóticas e nativas no porto de Sines, foram amostradas 6 áreas a uma profundidade de 3 a 6 m. Em cada área, foi amostrada destrutivamente a cobertura de macroepibentos. A alga exótica Asparagopsis taxiformis apenas foi encontrada em duas das nove áreas amostradas. Foi no porto de Recreio que a sua abundância foi mais elevada atingindo, no máximo, 24% de cobertura. No estudo da distribuição espacial de macroalgas exóticas e nativas, foram encontradas três espécies exóticas: Antithamnionella ternifolia, Colpomenia peregrina e Falkenbergia rufolanosa. Neste estudo, as análises multivariadas da estrutura de comunidades de macroalgas revelaram diferenças significativas entre as áreas. Excepto no caso da alga C. peregrina, em que atividades de aquacultura terão sido as principais responsáveis pela sua introdução na costa portuguesa, os vectores de introdução de A. ternifolia, A. taxiformis e F. rufolanosa nesta costa deverão estar relacionados com a utilização de navios e outras embarcações. |
| Identificador | |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Faculdade de Ciências e Tecnologia |
| Direitos |
openAccess |
| Palavras-Chave | #Macroalgas exóticas #Asparagopsis taxiformis #Porto de Sines |
| Tipo |
masterThesis |