Metamorfose(s) em Aracne de António Franco Alexandre
| Data(s) |
08/03/2013
08/03/2013
01/10/2012
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| Resumo |
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Estudos Portugueses O livro Aracne, escrito por António Franco Alexandre, começa com uma metamorfose: o sujeito poético transforma-se numa pequena aranha. Depois disso, o leitor acredita que o sujeito lírico é uma aranha que dialoga com um humano. Mas esta simples perspectiva muda quando percebemos que, de facto, a aranha não é um ser individual, independente, mas, em vez disso, apenas uma personagem poética que emerge do inconsciente do homem para o modificar, para o fazer aceitar a parte da sua personalidade que tem permanecido escondida. Através de uma relação intertextual com A Metamorfose de Franz Kafka e Metamorfoses de Ovídio, Franco Alexandre recupera o conceito que os liga, utilizando a metamorfose como mecanismo que irá permitir ao humano presente em Aracne compreender a diversidade da sua própria personalidade, de forma a conseguir encontrar a unidade que o fará completo. |
| Identificador | |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa |
| Direitos |
openAccess |
| Palavras-Chave | #Metamorfose #Diversidade #Unidade #Aranha #Humano |
| Tipo |
masterThesis |