Imunoglobulina Intravenosa na Isoimunização Rh do Recém-Nascido


Autoria(s): Carvalhosa, G; Berdeja, A; Costa, T; Valido, AM
Data(s)

20/02/2015

20/02/2015

1998

Resumo

Estudaram-se retrospectivamente 38 processos de Recém-Nascidos (RN) com isoimunização Rh, 25 dos quais foram tratados com imunoglobulina intravenosa (IGIV) — 500 mg/Kg. Esta terapêutica iniciada no ano 1995 teve como objectivo diminuir a hemólise e consequentemente evitar a exsanguíneo- -transfusão (ET) que seria sempre efectuada desde que se verificassem os critérios classicamente aceites para a evolução e níveis séricos de bilirrubina. Os resultados obtidos mostraram que apenas 28% dos 25 RN que fizeram IGIV necessitaram de ET contrastando com 92% dos 13 casos diagnosticados nos 2 anos imediatamente anteriores ao início desta terapêutica. Parece assim ter sido eficaz na contenção da hemólise mesmo quando a apresentação inicial da doença evidenciou uma anemia que necessitou de ser corrigida. A transfusão de concentrado eritrocitário foi efectuada logo no 1.° dia a 13 dos 25 RN, 68% de todos os casos transfundidos em toda a evolução da doença. Admitimos que esta terapêutica seja uma alternativa válida com menor morbilidade. No nosso estudo não verificámos qualquer efeito secundário.

Identificador

Acta Pediatr Port 1998; 29 (4):357-9

http://hdl.handle.net/10400.17/2010

Idioma(s)

por

Publicador

Sociedade Portuguesa de Pediatria

Direitos

openAccess

Palavras-Chave #MAC PED #Estudos Retrospectivos #Imunoglobulinas Intravenosas #Isoimunização Rh #Doença Hemolítica do Recém-Nascido
Tipo

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