A cera e o selo. A força e a fraqueza de um paradigma
| Data(s) |
03/12/2012
03/12/2012
1997
|
|---|---|
| Resumo |
Nos textos filosóficos encontramos com certa frequência o recurso a exemplos, paradigmas, imagens. Algumas vezes apresentam-se como uma espécie de prova, ou como uma evidenciação do que se vem argumentando, outras representam simplesmente um ornamento retórico no discurso, um epílogo de um raciocínio incompleto. A diversidade de modos de ocorrência dos paradigmas, das metáforas apresentadas à guisa de exemplo, pode suscitar algumas questões sobre o que estes representam ou podem vir a representar no discurso filosófico. O paradigma não demonstra nada, mas o seu valor performativo introduz sempre algo de novo, representa uma ideia de uma forma plástica , aberta a uma multiplicação de sentidos possíveis. Precisamente este valor performativo imprevisível e incontrolável. |
| Identificador |
0871-2778 |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Colibri |
| Direitos |
openAccess |
| Tipo |
article |