Para uma teoria da experiência
| Data(s) |
19/11/2012
19/11/2012
2007
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| Resumo |
Tal como Santo Agostinho acerca do tempo, também podemos dizer da experiência: «se ninguém mo pergunta, sei o que é; mas se quero explicá-lo a quem mo pergunta, não sei.»^ Uma das razões da dificuldade para definir a experiência tem a ver com o facto de tanto o tempo como a experiência serem construções da faculdade de rememoração, de fazerem parte das condições da linguagem e da conseqüente possibilidade de qualquer definição. É provavelmente por isso que habitualmente falamos da experiência através das metáforas sugestivas da moldura ou do quadro^, da fronteira ou do horizonte.^ Estas metáforas têm em comum a referência a uma linha delimitadora de um território'*, dentro do qual reconhecemos os fenômenos e, nesta medida, identificamos e damos sentido aos objectos da nossa faculdade de apreensão. |
| Identificador |
0871-2778 |
| Idioma(s) |
por other |
| Publicador |
Colibri |
| Direitos |
openAccess |
| Tipo |
article |