Sindroma Maligno dos Neurolépticos – Dificuldades de Diagnóstico no Serviço de Urgência


Autoria(s): Pimentel, S; Silva, R; Calado, E
Data(s)

18/07/2013

18/07/2013

2008

Resumo

Introdução - Síndroma maligna dos neurolépticos (SMN) é um efeito secundário raro potencialmente fatal destes fármacos. Relato de caso - Sexo masculino, 18 anos, encefalopatia não progressiva, atraso global do desenvolvimento, epilepsia, perturbação do comportamento (medicada com haloperidol). Iniciou febre elevada, desidratação, hematemeses e hematúria. Apresentava hipertermia, taquicardia, polipneia, tensão arterial instável, hipertonia generalizada e deterioração da consciência. Laboratorialmente destacava-se neutrofilia, trom bocitopénia, proteína C reactiva ligeiramente aumentada, elevação da creatina-cinase, alterações hepáticas e renais. Sépsis e SMN foram hipóteses de diagnóstico. Apesar da suspensão do haloperidol e início da terapêutica de suporte, ocorreu agravamento progressivo e óbito. Conclusão – Os antipsicóticos são frequentemente utilizados no atraso do desenvolvimento com alterações do comportamento. Os efeitos adversos graves exigem elevado grau de suspeição e início rápido de terapêutica.

Identificador

Acta Pediatr Port 2008;39(4):141-5

http://hdl.handle.net/10400.17/1357

Idioma(s)

por

Publicador

Sociedade Portuguesa de Pediatria

Direitos

openAccess

Palavras-Chave #Síndrome Maligno dos Neurolépticos #Haloperidol #Encefalopatia não Progressiva #Atraso do Desenvolvimento Psicomotor #HDE NEU PED
Tipo

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