Importância da Inseminação Artificial na Terapêutica da Infertilidade


Autoria(s): Baleiras, C; Neves, A; Arnould, C; Lima, J; Carvalho, MJ; Silva, G; Maia, AP; Oliveira, AP; Pires, LC; Sá e Melo, P
Data(s)

10/10/2012

10/10/2012

2000

Resumo

Introdução: Desde há vários anos que a inseminação intra-uterina intra-conjugal (IAC), com ou sem estimulação ovárica, vem sido usada no tratamento da infertilidade. No entanto, o seu uso permanece controverso. Material e métodos: Efectuou-se uma análise retrospectiva (1997-1999) de 114 ciclos de IAC com estimulação ovárica controlada em 66 casais, com o objectivo de determinar a eficácia da IAC e identificar variáveis significativas predictíveis do seu sucesso. Analisou-se o protocolo de estimulação, taxa de gravidez, resultado da gravidez e complicações da terapêutica. Resultados: A taxa de gravidez foi de 10,5% por ciclo e de 18% por casal, sendo a taxa de gravidez múltipla de 25% e a de aborto 0%. Metade de todas as gravidezes resultantes ocorreram no primeiro ciclo de IAC. A análise estatística identificou duas variáveis significativas: número de folículos e duração da infertilidade. Baixas doses de FSH parecem prevenir a gravidez múltipla e o síndrome de hiperestimulação ovárica. Conclusão: Concluímos que uma selecção criteriosa das pacientes associada a estimulação ovárica adequada é fundamental para o sucesso da IAC e que esta técnica constitui um tratamento eficaz para algumas formas de infertilidade.

Identificador

Arq Mat Alfredo da Costa 2000 Mai; 16 (1): 23-28

http://hdl.handle.net/10400.17/653

Idioma(s)

por

Publicador

Maternidade Dr. Alfredo da Costa

Direitos

openAccess

Palavras-Chave #Estimulação da Ovulação #Estudos Retrospectivos #Inseminação Artificial #Infertilidade #Taxa de Gravidez
Tipo

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