Migração silenciosa. Marcas do pensamento estético do Extremo Oriente na poesia portuguesa contemporânea
| Data(s) |
22/06/2012
22/06/2012
01/01/2012
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| Resumo |
Tese apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em Estudos Portugueses, especialização em Estudos de Literatura Na viragem do séc. XIX para o séc. XX, sobretudo através de Wenceslau de Moraes e de Camilo Pessanha, a literatura e a poesia portuguesas acompanharam o interesse pela poesia do Extremo Oriente que afectou igualmente outras literaturas europeias. Porém, uma influência mais alargada e regular apenas se consolidou desde a década de 1980 em diante. O conjunto de poetas envolvidos e a qualidade e continuidade da sua obra permite falar de uma migração silenciosa de preceitos formais, de obsessões temáticas e de modos de figuração oriundos da poesia chinesa e japonesa. Esse processo lento e subtil está a mudar a relação com a tradição poética e traz consigo novos modos de entender a escrita poética, que requerem a tentativa de leitura sistemática aqui conduzida. O pensamento Zen é igualmente analisado, dado ser claramente parte activa no interesse constante dos poetas portugueses contemporâneos pela poesia clássica e contemporânea escrita na China e no Japão. |
| Identificador | |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa |
| Direitos |
openAccess |
| Palavras-Chave | #Orientalismo #Extremo-Oriente #Zen #Haiku #Poesia Contemporânea |
| Tipo |
doctoralThesis |