Entre Duas Margens. Os Portugueses no Golfo Pérsico (1623-1653)
| Data(s) |
26/04/2012
26/04/2012
01/09/2011
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| Resumo |
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em História Moderna e dos Descobrimentos A queda de Ormuz em 1622, causou ondas de choque por toda a Monarquia Hispânica, devido à grande importância simbólica e financeira daquela praça. A reacção portuguesa surgiu logo nos anos seguintes. Através da acção de Rui Freire de Andrade, nomeado capitão-geral do Estreito de Ormuz, os portugueses conseguiram reequilibrar a sua posição naquelas águas, transferindo o seu centro de actividade para a fortaleza de Mascate e para a margem arábica do estreito. No entanto, a morte de Rui Freire em 1633, veio alterar a situação lusa, iniciando-se uma acesa disputa entre aqueles que defendiam uma presença baseada sobretudo no comércio e os defensores da continuidade da via militar. Entretanto as autoridades do Estado da Índia conseguiram estabelecer acordos de paz com os persas e os ingleses, mas a ascensão omanita aumentou a pressão sobre as praças lusas. Os omanitas aproveitaram a continuidade das rivalidades entre portugueses, apesar das tentativas de reforma levada a cabo pelo conde de Aveiras, para se lançar sobre as posições destes, conseguindo expulsar por completo os portugueses da costa de Oman, em 1650. O Estado da Índia reagiu enviando algumas armadas ao Estreito nos anos seguintes, mas estas foram incapazes de restabelecer qualquer posição militar permanente naquelas costas. |
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| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa |
| Direitos |
openAccess |
| Palavras-Chave | #Golfo Pérsico #Estado da Índia #Mascate #Oman |
| Tipo |
masterThesis |