A produção de ânforas de tipo lusitana 2 dos fornos de olaria (Pinheiro, Álcácer do Sal)
| Data(s) |
12/01/2012
12/01/2012
1992
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| Resumo |
pp. 145-151 Em território português são já conhecidas quatio áreas geográficas produtoras de ânforas romanas: os cursos inferiores dos rios Tejo e Sado, e as costas marítimas do Alentejo e do Algarve, acompanhando a distribuição das fábricas de transformação do pescado (Diogo, 1987). Excepto no que respeita a algumas das produções algarvias (Diogo, 1990), os fabricos das várias áreas assemelham-se, com pastas, formas e cronologias muito próximas. De um modo genérico, as pastas são arenosas, quartzíticas e micáceas, de textura folheada e tonalidade variando entie o alaranjado e o bege. As superfícies são ásperas, alisadas com um trapo ou a pincel, por vezes revestidas de um engobe acastanhado. Graças à descoberta de um forno em Alcácer do Sal, que temos vindo a escavar*^', sabemos já que, no curso inferior do Sado foram produzidas ânforas ibero-púnicas, de tipo Maná A 4. Estas ânforas são características da área de influência gaditana, e comprovam a existência de conservação do pescado e sua comercialização externa para o período pré-romano. O início da tiansformação piscícola em território actualmente português tem vindo a ser tradicionalmente datado da segunda metade do século I, acompanhando a chamada intiodução das ânforas de tipo Dr. 14. No entanto, para além de ser necessário fazer recuar a data do início da produção das Dr. 14 lusitanas, a que chamámos Lusitana 2, para a primeira metade do século I, publicámos já um tipo mais antigo, tardorepubficano, também de produção sadina, as Lusitana 1, cuja forma íbrida provém das Maná A 4 e é protótipo das Lusitana 2 (Diogo, 1987, Diogo e Reiner, 1987, Diogo e Alves, 1988/89) |
| Identificador |
0871-2778 |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa |
| Relação |
;6 |
| Direitos |
openAccess |
| Tipo |
article |