Alguns símbolos da tradição: a "Donzela Guerreira"e outros discursos paralelos
| Data(s) |
10/01/2012
10/01/2012
1989
|
|---|---|
| Resumo |
pp. 69-78 Proceder a uma análise comparativa da simbologia de um texto tradicional, de contos populares e de algumas evocações míticas, coloca, antes de mais, o problema da legitimidade da relação entre estes vários corpus. Sobre o parentesco do mito e do conto popular, muitos estudos pluridisciplinares se fizeram ao longo deste século. Todos eles são coincidentes ao reconhecerem o mito e o conto como formas de convívio com o sobrenatural, formas cujo conteúdo arquetípico é muito semelhante. Freud e Jung consideram-nos um produto do diálogo desse inconsciente consigo mesmo e connosco, embora os seus conceitos de inconsciente se distigam. Mas serão, mito e conto, uma e a mesma coisa? Nas sociedades primitivas, onde é difícil separar o sagrado do profano, eles coexistiram ao ponto de alguns emólogos falarem de "contos-mitos" com funções mágico-religiosas |
| Identificador |
0871-2778 |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa |
| Relação |
;4 |
| Direitos |
openAccess |
| Tipo |
article |