A leitura nos debates da história cultural
Data(s) |
10/01/2012
10/01/2012
1989
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Resumo |
pp. 185-204 Em Julho de 87, numa das mais polêmicas intervenções do Congresso Internacional da SIEDS, Furio Diaz afirmava, em mesa redonda, achar muito produtivo o que tem sido feito sobre a história da leitura, embora pessoalmente continuasse mais interessado na «Grande História». Estava então em causa o apuramento das condições de existência das casas editoras, o seu interesse pelos sucessos comerciais hoje esquecidos, ou pela edição mutilada de obras de impacto, as suas estratégias, as suas margens de lucro, os gostos do público leitor setecentista. Uma noção como a de «Grande História» (pressupondo a preferência do estudo da obra de Raynal e Rousseau ao das simplificadas reproduções «piratas» que os vulgarizaram no séc. XVIII) não podia deixar de provocar reacções imediatas. Mas outras perguntas se justificam: o que é, então, a história da leitura, e qual a importância de um debate destes, num congresso como o realizado pela Sociedade Internacional para o Estudo do Século XVIII? |
Identificador |
0871-2778 |
Idioma(s) |
por |
Publicador |
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa |
Relação |
;3 |
Direitos |
openAccess |
Tipo |
article |