Uma filosofia para as Alforrecas : Sérgio crítico de Bergson
Data(s) |
10/07/2015
10/07/2015
2015
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Resumo |
A leitura das reflexões que António Sérgio dedicou à obra de Henri Bergson constitui, porventura, um dos maiores desafios que se apresentam aos intérpretes do autor francês. O tom irreverente das críticas contrasta com a profundidade das reflexões apresentadas e consideramos que, sendo o crítico mais veemente de Bergson em língua portuguesa, Sérgio foi o autor luso que o leu com maior minúcia exegética. A nossa reflexão centrar-se-á numa sistematização dos principais aspectos da posição do pensador português perante o legado de Bergson, evidenciando o que nos parecem ser o alcance e os limites da sua análise. Ressalvamos que não pretendemos esgotar o teor das críticas de Sérgio, pelo que encaramos a nossa contribuição como um convite para que os textos e temas que iremos abordar sejam revisitados. |
Identificador |
Costa Carvalho, Magda, "«Uma filosofia para as Alforrecas»: Sérgio crítico de Bergson", em Amon Pinho, António Pedro Mesquita, Romana Valente, (orgs.), Proença, Cortesão, Sérgio e o Grupo Seara Nova, Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, Lisboa, 2015, pp. 337-352. 978-989-8553-34-8 |
Idioma(s) |
por |
Publicador |
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa |
Direitos |
openAccess |
Palavras-Chave | #Henri Bergson #António Sérgio |
Tipo |
bookPart |