Produção de sentido de modo cinematográfico : por favor ler antes de tocar numa câmara
| Contribuinte(s) |
Mendes, João Maria |
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| Data(s) |
26/02/2014
26/02/2014
2011
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| Resumo |
Os limites inerentes à produção de sentido de modo cinematográfico nos discursos audiovisuais deriva dos conceitos não se deixarem filmar explicitamente Tese É possível produzir sentido conceptual através de modos não-verbais. Fundamentação Identificar e descrever como é que apesar das ideias não se deixarem filmar, existem formas de comunicação não-verbal que podem ser usadas no interior do discurso audiovisual e que permitem a produção de sentido conceptual complexo. Método 1º Identificar os limites da linguagem visual comparativamente à linguagem verbal 2º Apontar soluções no âmbito da linguagem corporal e o uso da roupa. A capacidade da narrativa ser portadora de significados implícitos para lá dos factos expostos recorrendo a Robert McKee e à noção de controlling idea e ao autor Robert Turner e a noção de parábola e projeção. Edição em continuidade e a representação do pensamento, e memórias dos personagens. Montagem e respetiva capacidade para criar metáforas, contrastes, negações e blending de conceitos. A montagem vertical e a capacidade do efeito Kuleshov também se aplicar á relação imagem / som. Relevância? Discursos audiovisuais que baseiam o respectivo significado na palavra não são necessariamente maus, mas são pobres no sentido que não usam as outras formas de produção de sentido próprias da linguagem cinematográfica. |
| Identificador |
http://hdl.handle.net/10400.21/3255 201010135 |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Escola Superior de Teatro e Cinema |
| Direitos |
openAccess |
| Palavras-Chave | #Produção de sentido #Montagem #Montagem vertical #Banda sonora #Linguagem não-verbal #Sentido implícito #Articulação entre planos |
| Tipo |
masterThesis |