Simbologia da Açorianidade na Pintura de Domingos Rebelo e de Borba Vieira
| Data(s) |
07/03/2014
07/03/2014
2010
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| Resumo |
A Açorianidade é a questão que nos propusemos estudar do interior da Estética Filosófica, como projecto de investigação apoiado pela Direcção Regional da Ciência e Tecnologia, do Governo dos Açores, e que metaforicamente denominámos REMA. REMA, acrónimo de Reflexão Estética sobre a Mundividência da Açorianidade, levou-nos às nove ilhas do arquipélago onde pudemos olhar, sentir e vivenciar o modo como a Açorianidade é, em nosso entender, uma presença subjectiva numa ausência de objectividade. Certamente que perguntar pela Açorianidade é tarefa profícua para se apreender o desvelar de um modo de ser açoriano que não sendo regional não deixa de ser o testemunho da nossa regionalidade. Somos açorianos sim, porém, iguais e diferentes nesse mesmo modo de o sermos. Cada ilha, cada cidade, cada freguesia dos Açores se sente irmã e rival de todas as outras. Aquilo que o sentimento, a afectividade ou a emoção a todos une, rivaliza, de acordo com os mesmos pressupostos, com tudo aquilo que aos mesmos diferencia. Pensar a Açorianidade pelos símbolos presentes nos quadros de Domingos Rebelo e de Tomaz Borba Vieira é assim o nosso tema assente numa inteligibilidade estética, porque subjectiva e onde o belo se revela uma finalidade sem fim, em sentido kantiano. |
| Identificador |
Castro, Gabriela (2010). "Simbologia da Açorianidade na Pintura de Domingos Rebelo e de Borba Vieira", Philosophica, 36, 45-54. ISSN 0872-4784. 0872-4784 |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa |
| Direitos |
openAccess |
| Palavras-Chave | #Arte #Estética #Açorianidade #Símbolos |
| Tipo |
article |