Estudo experimental sobre a possibilidade de prevenção da malária pós-transfusional, através do uso da violeta de genciana


Autoria(s): Amato Neto,Vicente; Sant'Ana,Eunice José de; Pinto,Pedro Luiz Silva; Moreira,Antônio Augusto Baillot; Duarte,Maria Irma Seixas; Campo,Rubens
Data(s)

01/12/1987

Resumo

Levando em conta a comprovada ação preventiva da violeta de genciana quanto à transmissão da doença de Chagas, por transfusão de sangue e, também, possível idêntica eficácia a respeito da toxoplasmose, foi empreendida investigação para verificar se esse corante tem, da mesma forma, a capacidade de evitar a malária decorrente de hemoterapia. Foi investigada a infecção de camundongos pelo Plasmodium berghei. Usando parasitemia, mortalidade e alterações histopatológicas como parâmetros, verificou-se que a violenta de genciana, adicionada ao sangue, nas concentrações de 1/1.000 e 1/4.000, opõe-se efetivamente à ação infectante do protozoário, após permanência em geladeira (4°C) durante 24 horas. Conclui-se que se abre nova perspectiva quanto à profilaxia da malária induzida, em serviços de hemoterapia.

Formato

text/html

Identificador

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89101987000600005

Idioma(s)

pt

Publicador

Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo

Fonte

Revista de Saúde Pública v.21 n.6 1987

Palavras-Chave #Malária/prevenção e controle #Violeta de genciana/farmacodinâmica #Plasmodium berghei/efeitos de drogas #Camundongos/parasitologia #Transfusão de sangue/efeitos adversos
Tipo

journal article