A memória disputada: anonimato e outros dramas da visibilidade pública
| Data(s) |
04/01/2010
04/01/2010
2001
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| Resumo |
Neste artigo começamos por salientar que a memória, ou mais precisamente uma estrutura institucionalizada de memória, tem hoje um valor estratégico e constitui um activo importante tanto para os indivíduos como para as organizações, tornando-se objecto de complexas disputas estratégicas. Mostra mos então que não existe institucionalização bem sucedida sem que os edifícios de sentido que aspiram à visibilidade social (pessoas e imagens públicas, caricaturas, marcas, tecnologias, formatos televisivos, projectos editoriais, ambições ou denegrições, etc.) se acolham em estruturas institucionalizadas de memória a que se encontram associadas formas de cotação social – como sejam, para falar apenas das mais inesperadas, os júris residentes ou anónimos de espectadores televisivos, os júris de festivais de publicidade, os clubes de fãs ou as claques desportivas. Sustentamos que é apenas nesse momento que os edifícios de sentido vêem o seu valor reconhecido. De outro modo, é a queda no inorgânico que os espera, isto é, o anonimato social, político ou económico. |
| Formato |
112549 bytes application/pdf |
| Identificador |
1645-2585 |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Edições Universitárias Lusófona |
| Palavras-Chave | #COMUNICAÇÃO #IDENTIDADE #COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL #SOCIOLOGIA DA COMUNICAÇÃO #COMMUNICATION #IDENTITY #ORGANIZATIONAL COMMUNICATION #SOCIOLOGY OF COMMUNICATION |
| Tipo |
article |