Design Digital: Do traço ao pixel


Autoria(s): Luz, Filipe Costa
Data(s)

19/11/2009

19/11/2009

2005

Resumo

Neste artigo pretende-se compreender a aversão que designers (e arquitectos, inclusive) sentem verdadeiramente em relação “ao computador”. Se de um modo ele é um excelente parceiro aceite por todos, simultaneamente, é com muita apreensão que se programam currículos de disciplinas universitárias para que os alunos aprendam as características projectuais do design, desenvolvam capacidade criativa (inteligência no uso de recursos para a produção de conceitos ou objectos) usando o computador sistematicamente, ou seja, não apenas como uma ferramenta de desenho, mas também de projecto (design). Os automatismos continuam a ser os monstros de hoje, porém, como aqui defendemos, os computadores sempre projectaram sombra humana, são “apenas” máquinas hipermédias que recorrem a existentes tecnologias para, supostamente, criarem novas mais transparentes na relação homem-máquina.

MEDIA, FCT

Formato

452441 bytes

application/pdf

Identificador

972-8881-08-8

http://hdl.handle.net/10437/593

Idioma(s)

por

Publicador

COFAC

Palavras-Chave #DESIGN #TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
Tipo

article