Negociações comerciais em uma economia fechada: o Brasil e o comércio de serviços na Rodada Uruguai
| Data(s) |
01/06/2015
|
|---|---|
| Resumo |
Por que o Brasil tem tradicionalmente adotado postura defensiva em negociações multilaterais sobre o comércio de serviços? São três as principais categorias explicativas comumente usadas para entender os determinantes domésticos da diplomacia econômica: interesses, instituições e ideias. Neste estudo, avalio o papel dessas variáveis na determinação da posição brasileira nas negociações de serviços da Rodada Uruguai. O estudo de caso apresentado se vale de fontes primárias e entrevistas para reconstituir a posição negociadora do país ao longo da rodada, identificar as preferências dos atores governamentais e não governamentais relevantes e apontar os mecanismos e instâncias de interação entre governo e setor privado. |
| Formato |
text/html |
| Identificador |
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292015000100142 |
| Idioma(s) |
pt |
| Publicador |
Instituto Brasileiro de Relações Internacionais |
| Fonte |
Revista Brasileira de Política Internacional v.58 n.1 2015 |
| Palavras-Chave | #diplomacia comercial #GATT #Rodada Uruguai #serviços |
| Tipo |
journal article |