A feasibility study of cell phone and landline phone interviews for monitoring of risk and protection factors for chronic diseases in Brazil


Autoria(s): MOURA, Erly Catarina; CLARO, Rafael Moreira; BERNAL, Regina; RIBEIRO, Juliano; MALTA, Deborah Carvalho; MORAIS NETO, Otaliba
Contribuinte(s)

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Data(s)

26/03/2012

26/03/2012

2011

Resumo

The study objective was to evaluate the feasibility of interviews by cell phone as a complement to interviews by landline to estimate risk and protection factors for chronic non-communicable diseases. Adult cell phone users were evaluated by random digit dialing. Questions asked were: age, sex, education, race, marital status, ownership of landline and cell phones, health condition, weight and height, medical diagnosis of hypertension and diabetes, physical activity, diet, binge drinking and smoking. The estimates were calculated using post-stratification weights. The cell phone interview system showed a reduced capacity to reach elderly and low educated populations. The estimates of the risk and protection factors for chronic non-communicable diseases in cell phone interviews were equal to the estimates obtained by landline phone. Eligibility, success and refusal rates using the cell phone system were lower than those of the landline system, but loss and cost were much higher, suggesting it is unsatisfactory as a complementary method in such a context.

Avaliar a exequibilidade do uso de entrevistas por telefone celular de forma complementar ao fixo para estimativas de fatores de risco e proteção para doenças crônicas não transmissíveis. Questionou-se: idade, sexo, escolaridade, cor, situação conjugal, posse de telefones fixos e celulares, estado de saúde, peso e altura, diagnóstico hipertensão arterial e diabetes, atividade física, alimentação, consumo de bebidas alcoólicas e tabagismo. As estimativas foram calculadas com peso pós-estratificação. Observou-se, na população entrevistada pelo celular, superestimação na idade entre 25 e 34 anos e subestimação na idade > 45 anos e na faixa de baixa escolaridade. No que se refere aos fatores de risco e proteção para doenças crônicas, as estimativas obtidas nas entrevistas por telefone celular foram iguais às obtidas pelo telefone fixo. As taxas de elegibilidade, de sucesso e de recusas do sistema por telefone celular foram menores do que as do sistema por telefonia fixa; ademais, a perda e o custo foram muito maiores no primeiro sistema, sugerindo que este é insatisfatório como complemento no atual contexto.

Identificador

Cadernos de Saúde Pública, v.27, n.2, p.277-286, 2011

0102-311X

http://producao.usp.br/handle/BDPI/12857

10.1590/S0102-311X2011000200009

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2011000200009

http://www.scielo.br/pdf/csp/v27n2/09.pdf

Idioma(s)

eng

Publicador

Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz

Relação

Cadernos de Saúde Pública

Direitos

openAccess

Copyright Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz

Palavras-Chave #Chronic Disease #Interview #Telephone #Doença Crônica #Entrevista #Telefone
Tipo

article

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