Influência da proporção entre as alturas do ramo mandibular e dentoalveolar posterior na inclinação do plano mandibular


Autoria(s): BRANDÃO FILHO, Rivail Almeida; BITTENCOURT, Marcos Alan Vieira; CAMPOS, Paulo Sérgio Flores
Contribuinte(s)

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Data(s)

26/03/2012

26/03/2012

2008

Resumo

OBJETIVO: avaliar a existência de correlação entre a proporção da altura do ramo mandibular (AR) com a altura dentoalveolar posterior total (ADAPT) e a inclinação do plano mandibular (PM). MÉTODOS: dois examinadores avaliaram 81 telerradiografias laterais de pacientes, com idades a partir de 18 anos, do arquivo do curso de especialização em Ortodontia e Ortopedia Facial da Faculdade de Odontologia da UFBA. As radiografias foram digitalizadas, os pontos marcados e as medidas obtidas através do programa Radiocef 1.0. Mediu-se a inclinação do plano mandibular para caracterizar o padrão vertical da face e dividir as radiografias em três grupos: grupo de face normal (GN), de 22º a 28º, de face curta (GC), menor que 22º, e de face longa (GL), maior que 28º. A inclinação do plano palatino serviu como critério de exclusão, sendo que valores abaixo de -2,5° ou acima de 3,5º foram excluídos. Desta forma, 46 telerradiografias laterais totalizaram a amostra. RESULTADOS: a AR diferiu entre GC e GL, porém não houve diferença estatisticamente significante para as alturas dentoalveolares posteriores. Houve baixa correlação entre a AR e a ADAPT nos grupos, no entanto, a correlação da proporção entre essas alturas com a inclinação do PM mostrou-se estatisticamente significante e negativa. CONCLUSÃO: este é um fator a ser levado em consideração na avaliação do PM, quando do diagnóstico e tratamento das displasias verticais dentofaciais.

AIM: This study evaluated the relationship between two cephalometric variables: the mandibular ramus height/posterior alveolar bone height index (MRH/ABH) and the mandibular plane angle (MP). METHODS: Two examiners assessed 81 lateral cephalometric radiographs of at least 18 years old patients, retrieved from the archives of the Orthodontic Department from Federal University of Bahia (Salvador, BA, Brazil). The data input from the cephalogram was accomplished by using Radiocef Studio 1.0 software. The mandibular plane angle was used to assess the vertical growth pattern, in order to divide the sample into three groups: the normal face group (NG, 22º - 28°), the short face group (SG, less than 22°) and the long face group (LG, more than 28°). The palatal plane angle was evaluated as a criterion to exclude radiographs that presented values below -2.5° and above 3.5°. Thus, the final sample consisted of 46 lateral cephalometric radiographs. RESULTS: The ramus height differed between the SG and LG groups; however, there was no significant statistical difference for the posterior alveolar bone height among the three groups. No strong correlation between the mandibular ramus height (MRH) and the posterior alveolar bone height (ABH) was found; nevertheless, the correlation between the mandibular ramus height/posterior alveolar bone height index (MRH/ABH) and the mandibular plane angle (MP) was statistically significant and negative. CONCLUSION: Therefore, we concluded that this index (MRH/ABH) should be considered by orthodontists when evaluating the mandibular plane angle of patients with vertical dysplasias.

Identificador

Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial, v.13, n.6, p.89-97, 2008

1415-5419

http://producao.usp.br/handle/BDPI/11298

10.1590/S1415-54192008000600011

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-54192008000600011

http://www.scielo.br/pdf/dpress/v13n6/11.pdf

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Dental Press Editora

Relação

Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial

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openAccess

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Palavras-Chave #Mandíbula #Radiografia #Processo alveolar #Mandible #Radiography #Alveolar process
Tipo

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