Comparação preliminar entre ultrassonografia quantitativa de falanges e densitometria óssea na avaliação da massa óssea em adolescentes


Autoria(s): Duarte, Stênio Bruno Leal; Carvalho, Wellington Roberto Gomes de; Gonçalves, Ezequiel Moreira; Ribeiro, Roberto Regis; Farias, Edson Santos; Magro, Daniela de Oliveira; Oliveira, Laís Mariana Ribeiro de; Guerra-Júnior, Gil
Contribuinte(s)

Universidade Estadual de Campinas

Data(s)

01/02/2012

03/12/2015

03/12/2015

Resumo

OBJECTIVE: To evaluate the association between quantitative ultrasonography at hand phalanges (QUS) and dual energy X-ray absorptiometry (DXA), and between these methods with food intake and history of bone fractures. SUBJECTS AND METHODS:After two years of follow up of 270 schoolchildren, 10 of them, who showed bone mass below - 2 SD in QUS, were included in the present study. Laboratory results and DXA data were analyzed. RESULTS: Bone mass evaluated by DXA at L1-L4 ranged from -2.8 to -1.1 SDS, and whole body bone mass, from -2.9 to -1.2 SDS. Three children had history of non-pathological bone fractures. Dietary assessment showed low intake of calcium in 10 cases, of phosphorus in 6, and of vitamin D in 8 cases. There were no differences among the cases of bone mass below-2 SD in any of the three used methods. There was no association between history of bone fractures and food intake, and between these evaluations and bone mass. CONCLUSION: In this small group of schoolchildren there was an association between the methods QUS and DXA. However, there was no association between bone mass and the history of bone fractures, or calcium, phosphorus and vitamin D intake.

OBJETIVO: Avaliar associação entre ultrassonografia quantitativa de falanges da mão (QUS) e a densitometria por absorção de raio-X de dupla energia (DXA) e desses com os históricos alimentar e de fraturas. SUJEITOS E MÉTODOS: Após dois anos de acompanhamento de 270 escolares, 10 com massa óssea por QUS abaixo de -2 DP foram incluídos no estudo e avaliados com DXA. RESULTADOS: A massa óssea por DXA de L1-L4 variou de -2,8 a -1,1 DP e de corpo inteiro -2,9 e -1,2. Três estudantes apresentaram fraturas. Baixa ingestão de cálcio foi observada nos 10 casos, de fósforo em 6 e de vitamina D em 8. Não houve diferença entre os casos com massa abaixo de -2 DP nos três métodos de avaliação. Não foi observada associação entre as fraturas e o histórico alimentar, nem com os valores de massa óssea. CONCLUSÃO: Neste pequeno grupo de adolescentes houve associação entre QUS e DXA, porém sem associação entre essas avaliações e as fraturas e a ingestão de cálcio, fósforo e vitamina D.

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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

Identificador

Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia. Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, v. 56, n. 1, p. 19-24, 2012.

0004-2730

S0004-27302012000100004

10.1590/S0004-27302012000100004

http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27302012000100004

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302012000100004

http://www.repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/9247

http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/202861

Idioma(s)

pt

Publicador

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

Relação

Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia

Direitos

aberto

Fonte

SciELO

Palavras-Chave #Cálcio #DXA #ingestão dietética #massa óssea #osteossonografia #Calcium #DXA #dietary intake #bone mass #osteosonography
Tipo

Artigo de periódico