Estudo comparativo dos métodos de estimativa da idade óssea de Greulich & Pyle e Tanner & Whitehouse


Autoria(s): HAITER NETO, Francisco; ALMEIDA, Solange Maria de; LEITE, Christiana Cordeiro
Contribuinte(s)

Universidade Estadual de Campinas

Data(s)

01/12/2000

03/12/2015

03/12/2015

Resumo

The purpose of this study was to verify whether the Greulich & Pyle (GP), Greulich & Pyle Visual (GPV) and Tanner & Whitehouse (TW) methods for estimating skeletal age could be applied in the Brazilian population, and which of these three methods could be considered more reliable when compared with the chronological age of the individuals. This study was based on one hundred and sixty volunteers (80 females and 80 males) with ages between 6 years and 10 months and 14 years and 9 months. The results showed that for the GP method, the correlations with chronological age were 0.95 for males and 0.97 for females. For the GPV method, the correlations were 0.96 and 0.97, respectively and for TW, 0.96 and 0.97. The results showed that the Greulich & Pyle, Greulich & Pyle Visual and Tanner & Whitehouse methods presented high correlation values when compared with the chronological age of the individuals. Corrective factors were established to make these methods applicable to the Brazilian population.

Este estudo teve como objetivo verificar se os métodos de estimativa da idade óssea de Greulich & Pyle (GP), Greulich & Pyle Visual (GPV) e Tanner & Whitehouse (TW) poderiam ser aplicados à população brasileira e qual destes métodos seria o mais confiável, quando comparados à idade cronológica do indivíduo. A amostra estudada constituiu-se de 160 indivíduos brasileiros, leucodermas, de ambos os sexos, com idades variando de 6 anos e 10 meses a 14 anos e 9 meses. Os resultados mostraram que, para o método GP, as correlações com a idade cronológica foram de 0,95 para o sexo masculino e 0,97 para o sexo feminino. Para o método GPV, as correlações foram de 0,96 e 0,97, respectivamente e para TW, de 0,96 e 0,97. Os resultados obtidos permitiram-nos concluir que, mesmo tendo sido propostos para populações diferentes da população em estudo, os métodos de estimativa da idade óssea estudados apresentaram altas correlações, quando comparados com a idade cronológica. Ainda, foram estabelecidos fatores de correção, de modo à torná-los aplicáveis à população brasileira.

378

384

Identificador

Pesquisa Odontológica Brasileira. Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica e Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo, v. 14, n. 4, p. 378-384, 2000.

1517-7491

S1517-74912000000400013

10.1590/S1517-74912000000400013

http://dx.doi.org/10.1590/S1517-74912000000400013

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-74912000000400013

http://www.repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/27360

http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/202785

Idioma(s)

pt

Publicador

Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica e Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo

Relação

Pesquisa Odontológica Brasileira

Direitos

aberto

Fonte

SciELO

Palavras-Chave #Idade óssea #Crescimento #Idade cronológica #Skeletal age #Growth #Chronological age
Tipo

Artigo de periódico