47 resultados para Gastroenterite


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A infeção por Rotavírus é considerada a causa mais comum de diarreia grave na infância em todo o mundo. O vírusé responsável por um grande número de gastroenterites que ocorrem em crianças menores de cinco anos. (Oliveira. Melo & Simonetti, 2008). Os rotavírus são eliminados em alta concentração nas fezes de crianças infectadas e entre os mecanismos de transmissão do mesmo destaca-se a via fecal- oral. (Salvador. Almeida. Alves & Dantas, 2011). A água, objectos contaminados e o contacto directo entre pessoas, são segundo Vranjac (2004) também uma das formas de transmissão. Quanto à distribuição sazonal das gastroenterites por Rotavírus, em Portugal, este surge principalmente no Inverno e na Primavera, coincidente com o pico sazonal dos vírus respiratórios e posterior diminuição e desaparecimento de casos no Verão e Outono. (Boto. 2008) Com o presente estudo temos como objectivos: Reflectir sobre a problemática da epidemiologia na Criança com GEA por Rotavírus e Sensibilizar os profissionais de Saúde para a importância da vacina na prevenção de GEA por Rotavírus

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O coronavírus canino (CCoV) causa gastroenterite em cães jovens, podendo ser letal, sobretudo quando há coinfecção com parvovírus canino (CPV). Os objetivos do presente projeto foram investigar a presença de CCoV e CPV em amostras fecais de cães jovens; estudar a diversidade molecular das amostras de CCoV com base em sequenciamento parcial dos genes M, S, 3b e N, incluindo amostras vacinais, e estudar a evolução in vitro de CCoV em células A72 de fibroma canino. Foram detectados 40,17% (47/117) animais positivos para CCoV e 13,68% (16/117) para CPV. Estudos filogenéticos demonstraram que oito amostras foram classificadas como CCoV-II, vinte e cinco como CCoV-I. Análises para o gene M destacaram alta identidade de CCoV-I com amostras de coronavírus da peritonite infecciosa felina (PIF) e uma possível amostra pantrópica foi demonstrada pela análise do gene S. O gene do nucleocapsídeo de CCoV é altamente conservado entre os tipos I e tipo II, com uma resolução mais baixa em relação a árvores para os genes M e S. Amostras dos tipos I e II apresentam um polimorfismo baixo para o gene 3b, sem marcadores estáveis para diferenciação dos tipos de CCoV. Uma amostra de CCoV-II putativamente pantrópica foi isolada em células A72, resultando em efeito citopático no 5o dia da 5a passagem. No estudo evolutivo, a amostra vacinal CCV 1-71 e nove passagens desta em células A72 foram submetidas a amplificação parcial e clonagem molecular do gene S seguida de sequenciamento de DNA. Os resultados mostraram mutações não silenciosas, silenciosas e três deleções de aminoácidos, mas nenhuma mutação compartilhada entre as diversas passagens. Amostras vacinais de CCoV-II adaptadas em células podem ser altamente geneticamente estáveis após passagens em série em uma mesma linhagem celular, acumulando substituições de nucleotídeos principalmente sinônimas no gene S devido a relação célula - hospedeiro estável. Estes resultados de epidemiologia molecular e processos evolutivos de CCoV podem servir para uma melhor compreensão da virologia básica e ser base de dados para estudos em outros coronavírus