885 resultados para Causas externas


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A violência é considerada uma questão social, ou ainda, um fenômeno social e histórico, que ocorre nas diversas formas de relações humanas e que pode se manifestar em atos individuais ou institucionais, ou seja, realizados por pessoas, grupos, nações, com o objetivo de provocar algum dano físico ou psicológico em outrem. O termo violência, no presente trabalho, refere-se às mortes por causas externas, que incluem as mortes intencionais e as mortes não intencionais, ou seja, agressões, suicídios e acidentes em geral. O objetivo é analisar a evolução da carga de mortalidade no estado do Rio de Janeiro e propor a realocação dos óbitos cuja intenção é indeterminada através de uma nova metodologia. Os dados utilizados são provenientes do Sistema de Informações sobre Mortalidade. Neste estudo, foi utilizado o indicador YLL (Years of Life Lost Anos de Vida Perdidos) na avaliação do comportamento das causas violentas ao longo do tempo, no período de 1996 a 2009, para as macrorregionais de saúde do estado do Rio de Janeiro, através de modelos de efeitos mistos. Foi aplicada a regressão logística multinomial nos óbitos com causa básica conhecida, utilizando as informações como lesões e características individuais das vítimas, para prever qual seria a causa básica de morte nos registros indeterminados com características semelhantes aos óbitos com causas conhecidas. Os resultados encontrados mostram que a violência aumentou em regiões do interior do estado, com destaque para a macrorregional Norte. Na capital e nas regiões metropolitanas, houve uma estabilização das taxas, com exceção para as mortes por agressão que sofreram queda, porém as taxas de YLL permaneceram elevadas. As duas metodologias de realocação, da Carga de Doença e desta nova proposta, aumentam todas as taxas de mortalidade por grupo de causas, porém o grupo que sofreu maior impacto foi o de quedas. Os resultados encontrados, apesar das limitações, apontam para uma proposta de combinação das duas metodologias. Para os óbitos com causa básica de Y10 (Envenenamento [intoxicação] por e exposição a analgésicos, antipiréticos e anti-reumáticos nãoopiáceos, intenção não determinada) a Y33 (Outros fatos ou eventos especificados, intenção não determinada), seria utilizada a metodologia da Carga de Doenças e, para os óbitos de Y34 (Fatos ou eventos não especificados e intenção não determinada), seria utilizado o método proposto.

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Introduction: An epidemiological study of the mortality rates by injuries in São José do Rio Preto, State of São Paulo, Brazil, has been carried out. The period considered is 1996-1998. Objectives: To show injuries mortality rates in São José do Rio Preto-SP in 1996-98. Methods: The study was based on official data from the Mortality Information Service of the Brazilian Ministry of Health, and in a survey based on data from medical forensic examiners (IML). Software Epinfo6.0 and Tabwin was utilized for data analises. Results: The results were compared to values obtained in the literature for the other cities of São Paulo and Brazil. In the case of São José do Rio Preto, was observed a decrease in the number of deaths associated with external causes in the period, but particularly in deaths due to traffic accidents with motor vehicles an increase in cases of pedestrians killed by hit-and-run drivers, that is much larger than the corresponding values for Brazil and for the State of São Paulo. The study showed increase in rates of homicides, mainly in the 15 to 39 years age group. Conclusion: This result suggests that is important to start programs to reduce the number of deaths by injuries, as well as the necessity of monitoring locally all these data.

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Pós-graduação em Saúde Coletiva - FMB

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Compreender as características e a magnitude das causas externas (acidentes e violência) em crianças de 0 a 9 anos de idade torna-se cada vez mais importante em Saúde Pública. O objetivo do presente artigo foi analisar os atendimentos de emergência por causas externas em crianças. Utilizaram-se dados do Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes em Serviços Sentinelas de Urgência e Emergência (Inquérito VIVA), realizado em 74 serviços de urgência do Distrito Federal e 23 capitais no ano 2009. Analisaram-se dados de 7.123 crianças: 6.897 (96,7%) vítimas de acidentes e 226 (3,3%) de violência. Em comparação às vítimas de violência, os atendimentos por acidentes foram mais frequentes entre crianças de 2 a 5 anos, de pele branca e ocorridos no domicílio (p < 0,05). Dentre os acidentes, as quedas e queimaduras predominaram no grupo de 0 a 1 ano, enquanto os acidentes de transporte foram mais frequentes no grupo de 6 a 9 anos (p < 0,001). Quanto às violências, atendimentos por negligência e agressão física predominaram, respectivamente, nos grupos extremos de faixa etária, sendo um familiar identificado como agressor (p < 0,001). Informações sobre ocorrência de causas externas em crianças podem apoiar políticas de promoção da saúde, além de orientar profissionais de saúde, educadores e famílias na prevenção destas causas.

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Os adolescentes estão em busca de novas referências e experiências, o que pode implicar atitudes de risco e exposição às causas externas - acidentes e violências. Estes eventos constituem um grave problema em Saúde Pública. O objetivo deste estudo foi analisar as ocorrências de causas externas em adolescentes de 10 a 19 anos atendidos em serviços sentinela de urgência e emergência no Brasil. Foram analisados dados do inquérito da Vigilância de Violências e Acidentes (Inquérito VIVA 2009) em 74 Unidades de Emergência em 23 capitais e no Distrito Federal. Os achados mostraram que 6.434 (89,8%) adolescentes foram vítimas de acidentes e 730 (10,2 %) de violências. As principais causas de acidentes foram as quedas, outros acidentes e o trânsito e entre as violências predominaram as agressões. Tanto para acidentes como para violências os adolescentes do sexo masculino e a raça/cor não branca foram predominantes; as ocorrências foram mais frequentes na via pública. A alta foi a evolução mais frequente, com maior ocorrência de internação hospitalar nas vítimas de violências entre 15 a 19 anos. Conhecer a realidade epidemiológica das causas externas entre os adolescentes representa uma importante ferramenta para as políticas de prevenção, promoção à saúde e da cultura de paz, visando à redução da morbimortalidade.

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Objetivo: Analizar la evolución de las inequidades en la mortalidad por causas externas en los municipios de Antioquia, departamento de Colombia, entre los años 2000 y 2010, y la asociación con sus condiciones socioeconómicas. Las causas externas incluyen, entre otras, las muertes violentas como los homicidios, los suicidios y los accidentes de tránsito. Método: Diseño ecológico de tendencias de mortalidad con los 125 municipios del departamento de Antioquia como unidad de análisis. Para cada uno de los municipios se estimó la razón de mortalidad estandarizada y suavizada (RMEs) ajustada por la edad utilizando un modelo bayesiano empírico. Las diferencias en los riesgos de mortalidad entre los municipios más pobres y menos pobres se analizaron mediante un modelo jerárquico de dos niveles (nivel 1: año; nivel 2: municipio). Resultados: La mortalidad por causas externas presenta una tendencia decreciente en el departamento en el periodo analizado, pero la situación no es similar en todos los municipios. Los resultados muestran que municipios pobres y con bajo desarrollo incrementan significativamente el riesgo de morir por causas externas. Conclusiones: Es necesaria una intervención con políticas que tengan en cuenta las diferencias municipales en la mortalidad por causas externas.

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Estudiar los aspectos sociales que condicionan y son causa de la inadaptación y de la delicuencia juvenil. Realiza una clasificación de las causas sociales de la inadaptación, explica las funciones de la familia y de la escuela y analiza la influencia que tiene el trabajo, las bandas y los medios de comunicación, tanto en la inadaptación como en la delincuencia. Finaliza el estudio con una exposición de los procedimientos judiciales y de reeducación de estos muchachos. 1) La inadaptación y la delincuencia juvenil es un fenómeno social ambivalente, por un lado, es un modo de protesta, así como de agresión y enfrentamiento a una sociedad que ha agredido primero; y por otro, se busca lograr los objetivos que la sociedad propone, sin que exista conciencia ni capacidad crítica personal y social por parte de estos inadaptados, ante la incoherencia de favorecer a la misma sociedad que aparentemente atacan. 2) El inadaptado necesita un apoyo, pero dicho apoyo no consiste en aislarlo y adaptarlo ficticiamente. Para que descubra lo que significa comunidad, sociedad y participe en ella, no hay que automatizar su conducta de acuerdo con las pautas sociales, sino hay que lograr que viva realmente en una comunidad auténtica y educativa. Resulta necesario eliminar los factores sociales que son causa de la delincuencia juvenil para que entonces se pueda aislar el fenómeno, es decir, sabiendo que siempre habrá hombres que violen las normas de convivencia social y que transgredan las disposiciones por las que se rige una colectividad. Pero sí eliminamos los condicionantes sociales de su conducta, podremos decir que el individuo presenta un trastorno psicológico o psicopático y se le podrá dar un tratamiento adecuado. Por lo cual, es distinto hablar así de problemas psicológicos o psicopatológicos dentro de la utopía de desaparición de las causas sociales y ambientales de la delincuencia, que referirnos desde un principio a problemas psicológicos e incluso psiquiátricos de los menores inadaptados, cuando son las causas externas a él las que están desencadenando todo el fenómeno. Con una sociedad en que se eliminen los factores sociales, causa de delincuencia; y donde exista una forma de prevención y tratamiento, desde la familia, la escuela y la calle, como verdaderas comunidades educativas que atienden al desarrollo íntegro de la persona y a sus necesidades; se puede asegurar que la delincuencia remitiría y si no llegara a desaparecer, su importancia sería muy relativa.

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O objeto deste estudo consiste na violência autoinfligida em mulheres por queimadura. As lesões por queimadura são consideradas causas externas (acidentes e violências) e tem contribuído para o aumento geral dos índices de morbimortalidade acarretando perda de anos de vida produtiva. São resultantes de múltiplos fatores como condições socioeconômicas, violências e desigualdade de gênero. Esta pesquisa teve como objetivos: analisar o perfil sociodemográfico das mulheres que vivenciaram queimadura autoinfligida; descrever as circunstâncias e o contexto social relacionados à queimadura autoinfligida em mulheres; analisar os fatores motivadores da queimadura autoinfligida em mulheres; e, discutir a queimadura autoinfligida em mulheres na perspectiva de gênero. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa e exploratória. Os cenários da pesquisa foram dois Centros de Tratamento de Queimados (Municipal e Federal) localizados no Estado do Rio de Janeiro. Os sujeitos do estudo foram 10 mulheres com história de queimadura autoinfligida e que não tivessem história de tentativa de suicídio anterior e diagnóstico de sofrimento psíquico, uma vez que estas situações poderiam comprometer a análise das vivências de violência. A coleta de dados foi realizada através de entrevista semi-estruturada, com roteiro previamente elaborado, no período de novembro de 2009 a março de 2010. Os dados foram analisados através da técnica de Análise de Conteúdo de Bardin, tendo emergido duas categorias: a) A vida da depoente antes da queimadura: percepção da sua condição pessoal; relações familiares envolvendo mãe, pai, avós, irmãos e filhos; relações sociais e relação com o companheiro; b) Queimadura autoinfligida em mulheres: uma questão de violência de gênero: fatores motivadores da queimadura autoinfligida na perspectiva da mulher e queimadura autoinfligida como desfecho da vivência de violência conjugal. As participantes do estudo caracterizavam-se por ter uma vida, anterior ao evento da queimadura, marcada pela violência na relação familiar e, principalmente, com o parceiro. A constante vivência de violência presente na relação com o parceiro, manifestadas por diferentes expressões (físicas, sexuais e psicológicas) resultou em intenso sofrimento que culminou na queimadura autoinfligida. Ficou evidenciado que a queimadura autoinfligida, no grupo estudado foi uma tentativa de interromper com a violência de gênero vivenciada. A escolha pelo fogo foi justificada pelas mulheres como um elemento capaz de produzir maior letalidade e ser de fácil acesso no ambiente doméstico. As mulheres afirmam que o evento da queimadura autoinfligida promoveu transformações em suas vidas. Nos agravos à saúde da mulher, em especial na violência autoinfligida por queimaduras, é relevante considerar as questões de gênero como estratégia de ação e ampliação das práticas de cuidado.

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Trata-se de uma pesquisa documental, retrospectiva de fonte secundária,que adota uma abordagem quantitativa descritiva-exploratória. A partir da constatação de altos índices de absenteísmo nas unidades hospitalares, despertou-se o interesse em estudar os custos diretos das doenças ocupacionais que levam aos afastamentos e seu impacto econômico para o orçamento de recursos humanos de um hospital universitário do Rio de Janeiro. Neste contexto, definiu-se como objeto de estudo, o impacto econômico do absenteísmo por doença na equipe de enfermagem e, como objetivos: identificar as causas prevalentes de afastamentos no hospital universitário, de acordo com Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados a Saúde (CID-10); estimar os custos diretos mínimos das doenças que afastaram o trabalhador de enfermagem; estimar o custo real aproximado do absenteísmo relacionado a 1 (um) dia de trabalho prestado pelos trabalhadores de enfermagem, com projeção de 1 (um) mês e 1(um) ano numa visão operacional do Sistema Único de Saúde (SUS). Foi utilizada uma amostra estratificada de prontuários dos profissionais de saúde da equipe de enfermagem (enfermeiros e técnicos de enfermagem), a partir do seguinte critério de inclusão: profissionais de enfermagem concursados com afastamento no ano de 2010 e com diagnóstico médico determinante do afastamento, definido claramente. Para a coleta das informações foi feita a apreciação dos documentos arquivados no Serviço de Saúde do Trabalhador do hospital estudado e contou com a apreciação de especialistas médicos relativos aos grupos de diagnósticos estudados, orientados por roteiros criados pela pesquisadora. Os dados foram analisados e armazenados no programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 15 e no editor Microsoft excel 2003. Dentre os resultados obtidos tiveram destaque para as seguintes causas de afastamento, respectivamente, às doenças do sistema osteomuscular, os fatores que influenciam o estado de saúde e o contato com serviços de saúde, os transtornos mentais e comportamentais, as lesões, envenenamento e outras consequencias de causas externas e, as doenças do sistema circulatório, que representam um custo estimado aproximado de R$ 2,6 milhões. Pôde-se constatar que o impacto econômico do absenteísmo decorrentes dos agravos à saúde para o orçamento de recursos humanos do hospital universitário foi de aproximadamente 2,7%. O custo real aproximado do absenteísmo de enfermagem por dia, foi avaliado em R$ 92,50, tendo projeção mensal de R$ 2.775,00 e anual de R$ 33.300,00. Recomenda-se avaliar o absenteísmo dos profissionais regularmente para identificar as causas reais do absenteísmo por doença, a fim de definir metas para os programas de intervenção à saúde dos trabalhadores e promover uma Gestão participativa que favoreça uma análise do processo de trabalho no que concerne o atendimento das necessidades de saúde e operacionais da força de trabalho, determinantes do absenteísmo.

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O uso das informações e indicadores provenientes do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), tanto para análise de situação de saúde da população como para análise do desse, SUS, é cada vez mais frequente. Tal sistema é, desde sua concepção, fortemente influenciado pelas políticas públicas na área de atenção à saúde, como as definidas pelas Normas Operacionais e os incentivos e restrições a determinadas práticas. Alterações na operação do sistema introduzem descontinuidades e vieses nas informações, provocando eventuais imprecisões ou mesmo distorções nos resultados da extração de dados do sistema. Para que se possa avaliar o resultados de políticas, a situação da assistência à saúde ou as condições de saúde de uma população, é necessário, portanto, que se tenha uma visão clara e objetiva de quais informações são disponíveis, a sua evolução e como utiliza-las, considerando devidamente as influências exógenas e endógenas do sistema. O presente estudo está estruturado de acordo com o contexto do Sistema de Informações Hospitalares. Como componente da Previdência Social, é estudada a criação do Sistema de Assistência médico-Hospitalar da Previdência Social (SAMHPS), as suas origens e seus eixos estruturantes, assim como a sua expansão para a rede filantrópica e de ensino, com a ampliação de sua cobertura. Já no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), é estudada a incorporação do SAMHPS ao SUS, levando à criação do SIH/SUS, com a expansão para a rede pública e a sua universalização. A influência das políticas de saúde é analisada a partir da implantação de incentivos e restrições que afetam a assistência hospitalar e seu reflexo nas informações do SIH/SUS. A forma de categorização e a identificação dos prestadores são também examinadas, tendo em vista a sua importância na análise e determinação de políticas de saúde. Outro aspecto que é analisado é a forma de apropriação das informações do diagnóstico que levou à internação: a adoção da 10 Revisão da Classificação Internacional de Doenças, o caso específico das causas externas e a implantação da Tabela de Compatibilidade entre Procedimentos e Diagnósticos. Para identificar as mudanças políticas e operacionais do SUS, da regulamentação da assistência hospitalar e do SIH/SUS, foi pesquisada sua legislação Leis, Decretos, Normas Operacionais, Portarias, Instruções e Manuais. O relacionamento entre as informações e as políticas é analisado identificando a implantação destas políticas e verificando o efeito sobre os indicadores da assistência hospitalar obtidos do SIH/SUS. Como conclusão, foi visto que análises que utilizem as séries históricas devem, obrigatoriamente, levar em consideração as modificações, tanto do SUS como do SIH/SUS, para que possam chegar a conclusões mais precisas. Descontinuidades nas séries históricas efetivamente mostram modificações das políticas e da operação do sistema. A facilidade de acesso, a disponibilidade, a oportunidade e rapidez de atualização das informações do SIH/SUS são fatores positivos do sistema; é possível analisar o efeito de determinada ação pouco após a sua implantação. A análise das informações do diagnóstico denota a necessidade de treinamento dos codificadores no uso da CID-10 em morbidade e de uma ampla revisão da Tabela de Compatibilidade entre Diagnóstico Principal e o Procedimento Realizado.

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O presente trabalho resulta do estudo que procurou analisar a reconfiguração das práticas educativas na prevenção do stresse na infância. O principal objetivo foi o de analisar de que forma os educadores podem desenvolver práticas educativas, estruturadoras e estruturantes do bem-estar da criança, investindo intencionalmente no desenvolvimento de atividades educativas, de modo a prevenir os índices de stresse das crianças, na educação pré-escolar. Foram realizados cinco estudos complementares, de natureza quantitativa e qualitativa. O estudo 1: contextualização e caracterização de indicadores sociofamiliares de crianças que frequentam a educação pré-escolar; Estudo 2: adaptação/avaliação do PKBS-2 de Merrell, para identificação das aptidões sociais e os problemas de comportamento em crianças dos 3 aos 6 anos numa amostra portuguesa (N=150) e estudos comparativos Portugal/Brasil (N=300) e Portugal/Cabo-Verde (N=150); Estudo 3: validação da Escala Comportamental para crianças em idade Pré-Escolar – PKBSpt, versão portuguesa do PKBS-2 em crianças dos 2 aos 7 anos (N=581); Estudo 4: contributos para a reconfiguração das práticas pedagógicas e o stresse na infância sob o olhar dos educadores. No âmbito deste estudo 4, desenvolvemos e validamos o Protocolo para a Avaliação do Stresse na Infância–PASI, constituído por três subescalas que aplicamos a educadores ou equiparados (N=188): ESISI, EPELSI e ECPLSI; Estudo 5: análise das competências dos profissionais da educação ao nível da ansiedade (IAB de Beck) e estratégias de coping; (EC de Gomes & Pereira). Para análise estatística dos dados utilizamos o programa SPSS e o Excel. Os resultados evidenciaram a validade e fidelidade dos instrumentos: ESISI, EPELSI, ECPLSI e PKBSpt, bem como a validação para a língua portuguesa deste último. A variável género apresentou diferenças estatisticamente significativas nas aptidões sociais e problemas de comportamento, no entanto não estão correlacionadas com os problemas de ansiedade. Os Educadores focalizam a sua praxis educativa na observação, identificação e definição de estratégias orientadas para o stresse na infância e, ainda, na cooperação escola/família e na prevenção das situações indutoras de stresse. Contudo apontam algumas fragilidades na formação básica e contínua, para lidarem com o stresse na primeira infância. As causas psicossociais são preditoras das situações indutoras de stresse na infância e são explicadas pelas causas externas de componente escolar, ou seja, as perturbações de ansiedade na infância poderão ter repercussões no contexto escolar. Importa que a comunidade educativa perspetive particular atenção às crianças que estão em situação de maior vulnerabilidade, de modo a prevenir e a intervir nas situações de stresse na educação pré-escolar. São referidas implicações psicopedagógicas deste estudo.

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Analizar la imagen que la población asturiana tiene de la Universidad a través de las valoraciones que efectúa sobre aspectos relacionados con la misma. Evaluar las diferencias que se detectan según el tipo de relación que los sujetos tienen con la Institución o el nivel de información que poseen sobre la misma. Diferenciar las imágenes obtenidas en función de las características contextuales, personales y sociales de los encuestados. Población mayor de 18 años excluyendo a las que en el momento de la recogida de datos realicen estudios o trabajen en la Universidad. 1005 entrevistas con un error muestral de 3,15 y un nivel de confianza del 95,5 muestreo polietápico, estratificado en primera fase, conglomerados y con selección de unidades últimas por rutas y cuotas. Variables de contexto: referidas a la persona y su status. Variables de entrada: relación que mantiene con la Universidad e información que posee sobre la misma. Variables de proceso: opiniones sobre la institución, profesorado, alumnado y resultados. Actitudes hacia esos aspectos. Variables producto: imagen social de la Universidad. El tipo de contacto más frecuente que se mantiene con la Universidad es el indirecto a través de familiares y/o amigos. Un 84,6 considera que no está suficientemente informado sobre la Institución Universitaria. La información objetiva de los encuestados (según una escala) es superior a la que la población cree poseer. La población valora los estudios Universitarios como altamente necesarios aunque su consideración como medio de promoción social está claramente deteriorada. Un amplio sector de la población no tiene opinión formada sobre las funciones de la Universidad, ni en cuanto al grado de importancia, ni en cuanto al nivel de cumplimiento de las mismas. La población percibe como principal problema de los profesores la falta de medios y el abandono de los alumnos se atribuye a causas externas a ellos. La actitud general hacia la Universidad considerada como Institución es la más negativa de las encontradas en los diferentes aspectos evaluados. Profesores y alumnos reciben valoraciones globales más positivas. Se propone realizar estudios similares en otros distritos universitarios de cara a la validación de instrumentos y modelos, y a la comparación de resultados. Adoptar una perspectiva más cualitativa a través de grupos de discusión en los que participen personas implicadas a diferentes niveles con la Universidad. Y realizar periódicamente estudios de este tipo en el mismo contexto, para ver los cambios que se producen en la imagen pública de la Universidad.

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Resumen tomado de la publicaci??n

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El presente documento es una revisión detallada de la formación y cambios de la deuda pública colombiana desde la Constitución de Cúcuta hasta 1821, cuando se reconvierte toda la deuda pública externa bajo la ley de 21 de mayo de 1873. Este documento busca señalar los componentes de la deuda a lo largo del periodo señalando cambios importantes por causas externas (guerras) o causas internas (insolvencia y necesidad de recomponer la deuda y sus pagos). Este documento está principalmente basado en la codifi cación nacional de todas las leyes de Colombia a partir del año 1821 y la revisión de otras fuentes secundarias.

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1) Determinar por qué se produce el rechazo de los alumnos hacia las Matemáticas y el bajo rendimiento en esta materia. 2) Estudiar conjuntamente toda la serie de variables que inciden en el rendimiento negativo de las Matemáticas. 1.024 profesores, entre los 23 y los 62 años; 2.680 alumnos, de los que 600 casos fueron considerados válidos. 313 eran niños y 255 niñas; las edades estaban entre los 9 y 15 años. 321 eran de zona rural y 274 de zona urbana; 3) La muestra de padres se mantuvo alrededor de 300, entre los 30 y 70 años para los padres y los 26 y 56 para las madres. Se llevó a cabo un análisis correlacional. Variables predictoras: a) variables sociales: sexo del alumno, nivel educativo de los padres, etc., b) variables aptitudinales: comprensión y fluidez verbal, rapidez de cálculo y razonamiento aritmético, c) variables actitudinales: actitudes del alumno hacia las asignaturas que forman el currículum escolar, hacia las Matemáticas en particular y las actitudes de padres y profesores hacia las mismas, d) variables perceptivas y atribucionales: que el propio alumno hace sobre sí mismo, que hace el profesor. También la percepción que profesor y alumno tienen uno sobre otro, e) variables de expectativas: notas habituales del niño en Matemáticas, nota que espera el niño, nota que estima el profesor, nota que espera el padre. 1) La aportación más importante le corresponde a la comprensión verbal, seguida de la rapidez de cálculo. La fluidez verbal no alcanzó significación; 2) El nivel educativo de los padres tiene una incidencia más destacada en razonamiento y comprensión verbal, que con rapidez de cálculo, fluidez verbal; 3) Los resultados obtenidos por el alumno en Matemáticas van de acuerdo con las percepciones del profesor; 4) La atribución de éxito o fracaso la refieren los niños a la razón de haber o no estudiado y el profesor al esfuerzo y luego al talento; 5) La relación entre actitud de los hijos y actitud de los padres, fue débil; menos significativa aún fue la actitud del profesor. 1) Existe una estrecha relación entre la habilidad específica y el rendimiento específico en una materia dada; 2) Las variables de expectativas son las que presentan valores más altos respecto al rendimiento del niño; 3) La sola variable expectativa de nota del profesor,explica un porcentaje superior de varianza en el rendimiento en Matemáticas que el total de las variables aptitudinales del niño. 4) Cuanto más se atribuye el éxito a causas externas, más probable es que las previsiones del profesor sean más exactas.