10 resultados para Aminoacidos na nutrição animal

em Biblioteca Digital da Produção Intelectual da Universidade de São Paulo


Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

Os organizadores autorizam a reprodução total ou parcial deste trabalho, para qualquer meio convencional ou eletrônico, para fins de estudo e pesquisa, desde que citada a fonte.

Relevância:

90.00% 90.00%

Publicador:

Resumo:

Os organizadores autorizam a reprodução total ou parcial deste trabalho, para qualquer meio convencional ou eletrônico, para fins de estudo e pesquisa, desde que citada a fonte.

Relevância:

80.00% 80.00%

Publicador:

Resumo:

The use of organic trace minerals is getting strength and is an alternative to increase production and improve other characteristics such as humoral immunity. The present study was conducted to evaluate the effect of different levels and sources of selenium (Se) on humoral immunity of broilers. A six-week research was conducted using 1440 one-day-old males broiler chickens. The experimental design was randomized with six experimental diets (A: 0.15mg kg(-1) inorganic (inorg.); B: 0.15mg kg(-1) organic; C: 0.15mg kg(-1) inorg. + organic; D: 0.45mg kg(-1) inorganic; E: 0.45mg kg(-1) organic; F: 0.45mg kg(-1) inorg. + organic) calculated to provide the described amount of Se. Each diet was replicated in six box with 40 birds. A 3x2 factorial arrangement was used and the data were analyzed by ANOVA. The immunity was evaluated by means of the reaction against vaccine of Newcastle disease, and a reaction against sheep red blood cells (SRBC). No significant effects were observed at 5% significance level in NewCastle antibody (P >0.05). However at 14 day-old the source factor had p value at 0.0580, that show a trend of inorganic source in prolong the maternal immunity. No effect was observed in the immune response against SRBC (P >0.05). The results showed a immunologic response against Newcastle vaccine and SRBC, but the treatments was not able to induce a significant difference. The source and the level of Se showed no effect on the response against Newcastle vaccine and SRBC.

Relevância:

80.00% 80.00%

Publicador:

Resumo:

Hundred forty-four Shaver White laying hens were used over a 4 week experimental period to investigate the effect of 3% of soybean oil, corn oil (MIL), canola oil, flaxseed oil (LIN), salmon oil (SAL) or tuna and sardine oil (SR/AT) added to the diets, upon the fatty acid egg yolk composition, blood plasma levels and incorporation time of each fatty acid into the egg yolk. Hens were allocated into 72 cages and the experimental design was a 6 x 6 randomized factorial model. Hens fed 3% of different oils, responded with increased polyunsaturated fatty acids omega 3 (ω-3 PUFAs), except for corn oil. The addition of flaxseed, soybean or corn oil into the diet increased the PUFAs levels into the egg yolk and in the blood plasma. Adding tuna and sardine oil into the diet increased the concentration of yolk saturated fatty acids. The levels of ω-3 PUFAs were increased in the tuna and sardine oil treatment, while the flaxseed oil increased the plasma fatty acids. The deposition of 349.28 mg/yolk of a-linolenic fatty acids (ALA) was higher in the group fed LIN, while the higher equal to 157.13 mg DHA/yolk was observed in group SR/AT. In the plasma, deposition increased from 0.33% (MIL) for 6.29% ALA (LIN), while that of DHA increase of 0.47% (MIL) for 4.24% (SAL) and 4.48% (SR/AT) and of 0.98% (MIL) for 6.14% (SR/AT) and 8.44% (LIN) of ω-3 PUFAs. The percentage of EPA into the yolk and plasma was higher for the hens fed 3% tuna and sardine oil diet, as well as the levels of yolk DHA. The concentration of DHA into the plasma was higher for the salmon and tuna/sardine oil treatments. The PUFAs yolk decreased during the first eight days of experiment, while the ω-3 PUFAs increased during the same period. The concentration of ALA increased until ten days of experiment, while the percentage of EPA and DHA increased up to the eighth experimental day

Relevância:

80.00% 80.00%

Publicador:

Resumo:

Two hundred eighty-eight 32-wk-old Hisex White laying hens were used in this research during a 10 weeks period, arranged in a 2 x 5 completely randomized factorial design, with three replicates of eight birds per treatment. Two groups: fish oil (OP) and Marine Algae (AM) with five DHA levels (120, 180, 240, 300 and 360 mg/100 g diet) were assigned including two control groups birds fed corn and soybean basal diet (CON) and a diet supplemented with AM (AM420) to study the effect of time 0, 2, 4, 6 and 8 weeks (wk) on the efficiency of egg yolk fatty acid enrichment. The means varied (p<0.01) of 17.63% (OP360) to 22.08% (AM420) is the total Polyunsaturated Fatty Acids (PUFAs) and 45.8 mg/g (OP360), 40.37 mg/g (OP360, 4 wk) to 65.82 mg/g (AM420) and 68.79 mg/g/yolk (AM120, 8 wk) for n-6 PUFAs. On the influence of sources and levels in the times, the means of n-3 PUFAs increased by 5.58 mg/g (AM120, 2 wk) to 14.16 mg/g (OP360, 6 wk) when compared to average of 3.34 mg PUFAs Ω/g/yolk (CON). Usually, the means DHA also increased from 22.34 (CON) to 176.53 mg (μ, OP360), 187.91 mg (OP360, 8 wk) and 192.96 mg (OP360, 6 wk) and 134.18 mg (μ, OP360), 135.79 mg (AM420, 6 wk), 149.75 mg DHA (AM420, 8 wk) per yolk. The opposite was observed for the means AA, so the effect of the sources, levels and times, decreased (P <0.01) of 99.83 mg (CON) to 31.99 mg (OP360, 4 wk), 40.43 mg (μ, OP360) to 61.21 mg (AM420) and 71.51 mg AA / yolk (μ, AM420). Variations of the average weight of 15.75g (OP360) to 17.08g (AM420) yolks of eggs de 32.55% (AM420) to 34.08% (OP360) of total lipids and 5.28 g (AM240) to 5.84 g (AM120) of fat in the yolk were not affected (p>0.05) by treatments, sources, levels and times studied. Starting of 2 week, the hens increased the level of n-3 PUFAs in the egg yolks, being expressively increased (p<0.01) until 4 weeks, which after the increased levels of n-3 PUFAs tended to if stabilize around of time of 8 experimental weeks, when it was more effective saturation of the tissues and yolk.

Relevância:

80.00% 80.00%

Publicador:

Resumo:

A energia é o item mais dispendioso na formulação de rações para poedeiras. A inclusão energética em níveis elevados resulta, além de gastos excessivos, no aumento da mortalidade e na redução do desempenho das aves. Via de regra, os manuais das linhagens e as recomendações propostas por tabelas desenvolvidas por instituições de pesquisa, não atendem em sua totalidade a demanda real das granjas produtoras de ovos. Desta forma, medidas que visem adequar as condições de criação às exigências nutricionais das poedeiras são almejadas a todo instante, resultando na aproximação entre a formulação das dietas e as exigências das poedeiras.

Relevância:

80.00% 80.00%

Publicador:

Resumo:

Em todo o mundo, as proteínas das sementes de soja representam uma importante fonte de aminoácidos para humanos assim como para a nutrição animal. Os grãos de soja são importante e econômica fonte de proteína na dieta de muitos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Proteínas de origem vegetal têm sido empregadas na indústria pet food na tentativa de se encontrar novas alternativas viáveis e de baixo custo como fonte protéica para cães e gatos. Devido a soja adaptar-se facilmente à diferentes climas, ter alta produção e facilidade de cultivo, toma-se um ingrediente ainda mais atrativo em substituição às farinhas animais quando estas atingem altos preços de mercado. A soja e seus derivados são alimentos ricos em energia, proteínas, vitaminas e minerais, e estudos estão sendo realizados para melhor entender sua qualidade nutricional e seus efeitos em animais de companhia.

Relevância:

80.00% 80.00%

Publicador:

Resumo:

Os organizadores autorizam a reprodução total ou parcial deste trabalho, para qualquer meio convencional ou eletrônico, para fins de estudo e pesquisa, desde que citada a fonte.

Relevância:

80.00% 80.00%

Publicador:

Resumo:

Foram conduzidos dois experimentos para avaliar fontes orgânicas e inorgânicas de zinco e cobre nas dietas e seus efeitos no desempenho de leitões desmamados aos 21 dias de idade. Em cada experimento, foram utilizados 90 leitões em delineamento experimental de blocos ao acaso, com cinco dietas, seis repetições e três animais por parcela. As dietas utilizadas nos experimentos 1 e 2 continham 120 ppm de zinco e 10 ppm de cobre na forma de sulfato. No experimento 1, foram suplementadas com 0, 300, 600 e 900 ppm de zinco na forma orgânica ou 2.400 ppm na forma de óxido (ZnO) e, no experimento 2, com 0, 50, 100 e 150 ppm de cobre na forma orgânica ou 240 ppm de cobre na forma de sulfato (CuSO4 H2O). No experimento 1, os níveis de zinco de fonte orgânica tiveram efeito linear no consumo de ração e no ganho de peso nos períodos de 0 a 15 dias e de 0 a 21 dias pós-desmame. O ganho de peso nas fases de 0 a 35 dias e de 0 a 42 dias pós-desmame e o consumo de ração dos leitões que receberam a dieta com 900 ppm de zinco de fonte orgânica não diferiram dos valores observados naqueles que receberam a dieta com 2.400 ppm de zinco na forma inorgânica. A suplementação da dieta com zinco na forma orgânica (900 ppm) ou inorgânica (2.400 ppm) aumentou o consumo de ração e o ganho de peso de leitões nas primeiras três semanas após o desmame. A suplementação da dieta com 2.400 ppm de zinco na forma inorgânica reduziu a incidência de diarreia nas primeiras três semanas pós-desmame. No experimento 2, os níveis de cobre de fonte orgânica tiveram efeito quadrático no consumo de ração dos leitões nos períodos de 0 a 31 e de 0 a 40 dias pós-desmame. A suplementação da dieta com cobre, tanto de fonte orgânica (90 ppm) como inorgânica (240 ppm), aumenta o consumo de ração e o ganho de peso de leitões nos primeiros 40 dias pós-desmame

Relevância:

30.00% 30.00%

Publicador:

Resumo:

O bem-estar animal é uma ciência que está sendo abordada a nível mundial, sob diferentes ângulos, em grande parte das atividades humanas que envolvem animais. No caso dos animais de produção, a preocupação em produzir de forma ética respeitando o bem-estar dos animais levou a construção de regulamentações e leis que regem a produção animal em diversos países do mundo permeada de desafios. Neste século XXI, mais precisamente em 2011, não se encontrou ainda um ponto de convergência, sob o aspecto da senciência e sob o ponto de vista da produção. No Brasil o assunto é relativamente recente, a disciplina de bem-estar animal na maioria das universidades é optativa, inclusive na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP). Há a ausência de um foco que conferira uma melhor organicidade e direção entre as disciplinas, seja de produção animal ou mesmo de pequenos animais, silvestres ou de laboratório. Embora existam sociedades protetoras dos animais que esbarram no formalismo acadêmico e, a academia que por sua vez esbarra na anarquia e nas ideias encruadas ou radicais de muitas organizações que tratam deste tema, faz-se necessário unir e trazer essas ideias para a ciência do bem-estar animal, ou seja, intermediar sem pedantismo acadêmico o diálogo na busca da sabedoria, na alegria do respeito aos direitos dos animais e aos seres humanos. O objetivo desta revisão é enfatizar a importância do bem-estar na produção leiteira, atividade praticada amplamente em nosso país.